Importante!

Este blog não tem propósito de indicar tratamentos para substituir cuidados médicos e medicamentos.Em caso de doença procure um médico e faça o tratamento corretamente.As dicas aqui descritas servem como terapia complementar e preventiva.




sábado, 30 de abril de 2011

jogos e brincadeiras para familia



Clique no portal da familia e leia essas maravilhosas dicas de jogos e brincadeiras para curtir em familia.

http://www.portaldafamilia.org/sclazer/jogos/jogossalao.shtml

A TERAPIA FLORAL NOS PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM:



A terapia floral é uma excelente e eficaz forma de associação com a intervenção psicopedagógica que tem como objetivo acelerar o processo de cura, ou seja, se já está detectado o conflito o aluno pode ser tratado com os florais e ter uma resposta rápida de mudança no padrão de comportamento. Aquele conflito que era tão evidente, passa a se amenizar, equilibrar e o aluno se desenvolve de forma gradativa nos estudos e em qualquer situação de convívio social.
Como terapeuta floral e educadora tenho observado os benefícios dos florais sobre as dificuldades de aprendizagem os quais são satisfatórios e efetivos e se dão de forma natural e saudável.


ALGUNS CASOS E SINTOMAS TRATADOS COM FLORAIS:

- crianças muito dependentes dos pais

- crianças em períodos de adaptação escolar, mudanças de escola, de casa, de trabalho, puberdade, gravidez, menopausa, divórcio etc

- Timidez, às vezes submisso, descuida-se de si para agradar os outros, geralmente são pessoas exploradas, pessoas fracas, influenciáveis facilmente

- Repetição de erros, lento no aprender, falta de observação ou interesse, não aprende com os erros.

- Sem concentração, distraído, desligado, fantasioso, apatia.

- crianças e adolescentes que passam muito tempo no quarto sozinhos e isolados

- pais que já perderam a paciência com os filhos

- alunos que estão para prestar o vestibular e ainda não se decidiram quanto à carreira

- alunos que ficam inseguros nas provas

- crianças que não tem iniciativa de fazer as tarefas escolares, deixam tudo para depois

- não conseguem terminar as tarefas

- alunos também com baixa auto-estima que se sentem fracassadas

- alunos com baixa auto-estima que não tem vontade de continuar diante do fracasso

- alunos que não tem confiança em si mesmos, em situações como falar em público

- preocupação excessiva com os outros, medo exagerado que aconteça o pior às pessoas que ama

- Medos vagos e indefinidos, ansiedades, tremores, maus pressentimentos

- abandonos na infância; - abuso sexual; - agitação noturna; - agitação psicomotora; - agressividade

- falta de atenção; - autismo (apoio) ;- baixa auto-estima; - dificuldade em conviver em grupo;

- insegurança; - deficiência mental (apoio); - dificuldade de efetuar trabalhos de comando; - imaturidade física e psíquica

- dislexia (apoio); - falta de concentração; - esquizofrenia (suporte); - pessoas infantis que não querem crescer, não assumem responsabilidades perante a vida.

- enurese noturna; - gagueira; - sentimento de não pertencer ao grupo familiar; - lentidão; - hiperatividade

- infantilidade; - medos; - mongolismo (suporte); - preguiça (depressão camuflada); - sentimento de inferioridade

Autora:Valéria Tiusso Segre Ferreira

Dicas de filmes sobre Educação e Inclusão


COMO ESTRELAS NA TERRA, TODA CRIANÇA É ESPECIAL (DISLEXIA)

A COR DO PARAISO
CASTELOS DE GELO (deficiência sensorial)
DANÇANDO NO ESCURO
ETERNO AMOR
FORREST GUMP O contador de Histórias - (Deficiência Mental)
JANELA DA ALMA
LEÓN E OLVIDO
MR. HOLLAND, ADORAVEL PROFESSOR
NASCIDO EM 4 DE JULHO(deficiência física)
O HOMEM ELEFANTE (portador de neurofibromatose múltipla)
O OITAVO DIA (sindrome de down)
O ÓLEO DE LORENZO
PROCURANDO NEMO
A era do gelo I eII
Sherek
PERFUME DE MULHER (deficiencia visual)
RAIN MAN ( autismo)
SONATA DE OUTONO
UMA LIÇÃO DE AMOR
UMA MENTE BRILHANTE (esquizofrenia)
O PIANO
AMARGO REGRESSO (deficiencia fisica)
Além dos meus olhos (deficiência visual)
Filhos do silêncio (deficiência auditiva)
À Primeira Vista - (Deficiência Visual)
Simples Como Amar - (Deficiência Mental)
O Óleo de Lorenzo - (Deficiência Física)
Meu Pé Esquerdo - (Paralisia Cerebral)
Perfume de Mulher - (Deficiência Visual)
O Despertar para a vida - (Deficiência Física)
O Domador de Cavalos - (Deficiência Física)
George o oitavo dia (Deficiência Mental)
Castelos de Gelo ( Deficiência Sensorial)
Adorável Professor ( Deficiência Sensorial)
O selvagem do Aveiron (Deficiência Mental)
Uma Lição de Amor (deficiência mental)
Amargo Regresso (deficiência física)
Murderball-Paixão e Glória-Sobre cadeirantes.
Uma mente brilhante - esquizofrenia
Melhor é impossível – obsessivo-compulsivo
Um estranho no ninho -
Garota interrompida -
Rain Man - autismo
Código para o inferno - autismo
Um dia de fúria
Spellbound – Quando fala o coração
Marnie – Confissões de uma ladra
Tempo de despertar
No limite do silêncio
Don Juan de Marco
Asas da liberdade
Gilbert Grape - Aprendiz de sonhador
Mr.Jones – maníaco depressivo
Uma lição de amor
O diferente
A bela e a besta
Betty Love
A casa dos espíritos
Coisas que você pode dizer só de olhar para ela
Edward mãos de tesoura
O fabuloso mundo de Amélie Poulain
Maurice
Nell - fala
Tudo sobre minha mãe
Uma segunda chance
Bicho de sete cabeças - drogadição
Gênio indomável – superdotação intelectual
À primeira vista - visual
O homem elefante - física
Fantasma da ópera – física
O piano - auditiva
Meu pé esquerdo

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Textos - Reportagens - Entrevistas - Reflexões


Resolvi fazer um blog para divulgar um pouquinho das minhas idéias e as idéias de outras pessoas que assim como eu dão valor a construção do conhecimento, do aprender, da saúde física, mental e espiritual.
Neste espaço tenho registrado textos que li em outros lugares e que fazem parte da minha vida e das minhas crenças e por consequência do meu trabalho.Nesse meu cantinho também registro algumas interpretações, conclusões e pensamentos meus.
Espero que gostem!

“O MOVIMENTO CIRCULAR E O CENTRO”


Texto extraído do livro “O Segredo da flor de Ouro” – C.G. Jung e R. Wilhelm - Vozes - 1971

A união dos opostos num nível mais alto da consciência, como já mencionamos, não é uma questão racional e muito menos uma questão de vontade, mas um processo de desenvolvimento psíquico, que se exprime em símbolos. Historicamente, este processo sempre foi representado através de símbolos e ainda hoje o desenvolvimento da personalidade individual é figurado mediante imagens simbólicas. Tais fatos se me apresentaram da seguinte maneira: os produtos das fantasias espontâneas, de que tratamos acima, se aprofundavam e se concentravam progressivamente em torno de formações abstratas, que parecem representar “princípios”, no sentido dos “archai” gnósticos. Quando as fantasias tomam a forma de pensamentos, emergem formulações intuitivas de leis ou princípios obscuramente pressentidos, que logo tendem a ser dramatizados ou personificados. (Voltaremos depois a este ponto). Se as fantasias forem desenhadas, comparecem símbolos que pertencem principalmente ao tipo do “mandala”. Mandala significa círculo e particularmente círculo mágico. Os mandalas não se difundiram somente através do oriente, mas também são encontrados entre nós. A Idade Média e em especial a baixa Idade Média é rica de mandalas cristãos. Em geral o Cristo é figurado no centro e os quatro evangelistas ou seus símbolos, nos pontos cardeais. Esta concepção deve ser muito antiga, porquanto Horus e seus quatro filhos foram representados da mesma forma, entre os egípcios. (Como se sabe, Horus e seus quatro filhos têm uma relação estreita com Cristo e aos quatro evangelistas). Mais tarde, encontramos um inegável e interessante mandala em Jacob Boheme, em seu livro sobre a alma. É evidente que ele representa um sistema psicocósmico, de forte coloração cristã. É o “olho filosófico”, ou o “espelho da sabedoria”, denominações estas que mostram de modo claro tratar-se de uma summa de sabedoria secreta. A maioria dos mandalas tem a forma o quatérnio, o que lembra o número básico: a tetraktys de uma flor, de uma cruz ou roda, tendendo nitidamente para pitagórica. Entre os índios Pueblo os mandalas são desenhados na areia, para uso ritual. Entretanto, os mandalas mais belos são os do budismo tibetano. Os símbolos de nosso texto acham-se representados nesses mandalas. Encontrei também desenhos mandálicos entre doentes mentais, entre pessoas que certamente não tinham qualquer idéia das conexões aqui mencionadas.
Algumas de minhas pacientes de sexo feminino não desenhavam, mas dançavam mandalas. Na Índia, isto se chama: mandala nritya, que significa dança mandálica. As figurações da dança têm o mesmo sentido que as do desenho. Os próprios pacientes quase nada podem dizer acerca do sentido simbólico dos mandalas, mas se sentem fascinados por eles. Reconhecem que exprimem algo e que atuam sobre seu estado anímico subjetivo.
Nosso texto promete “revelar o segredo da Flor de Ouro do grande Uno”. A flor de outro é a luz, e a luz do céu é o Tao. A flor de outro é um símbolo mandálico que já tenho encontrado muitas vezes nos desenhos de meus pacientes. Ela é desenhada a modo de um ornamento geometricamente ordenado, ou então como uma flor crescendo da planta. Esta última na maioria dos casos é uma formação que irrompe do “fundo da obscuridade, em cores luminosas e incandescentes, desabrochando no alto sua flor de luz (num símbolo semelhante ao da árvore de Natal). Tais desenhos exprimem o nascimento da flor de outro, pois, segundo o Hui Ming Ging, a “vesícula germinal” é o “castelo de cor amarela”, o “coração celeste”, os “terraços da vitalidade”, o “campo de uma polegada da casa de um pé”, a “sala purpúrea da cidade de jade”, a “passagem escura”, o “espaço do céu primeiro”, o “castelo do dragão no fundo do mar”. Ela é também chamada a “região fronteiriça das montanhas de neve”, a “passagem primordial”, o “reino da suprema alegria”, o “país sem fronteiras” e o “altar sobre o qual consciência e vida são criadas”. “Se o agonizante não conhecer este lugar germinal”, diz o Hui Ming Ging, “não em encontrará a unidade de consciência e vida nem mesmo em mil nascimentos, ou dez mil eons”.
O princípio, no qual tudo ainda é um e que portanto parece ser a meta mais alta, jaz no fundo do mar, na escuridão do inconsciente. Na vesícula germinal, consciência e vida (ou “essência”e “vida”, isto é, sing-ming) são ainda “uma só unidade”, “inseparavelmente misturada como a semente do fogo no forno da purificação”. “Dentro da vesícula germinal está o fogo do soberano”. “Todos os sábios começaram a sua obra pela vesícula germinal”. Notem-se as analogias com o fogo. Conheço uma série de desenhos de mandalas europeus, onde aparece uma espécie de semente vegetal envolta em membranas, flutuando na água. A partir do fundo, o fogo sobe e penetra a semente, incubando-a de tal modo, que uma grande flor de outro cresce da vesícula germinal.
Esta simbólica refere-se a uma espécie de processo alquímico de purificação e de enobrecimento; a escuridão gera a luz e a partir do “chumbo da região da água”cresce o ouro nobre; o inconsciente torna-se consciente, mediante um processo de vida e crescimento. (Em total analogia com isto, lembremos a kundalini da ioga hindu). Desse modo se processa a unificação de consciência e vida.

Quando meus pacientes projetam tais imagens, não o fazem sob sugestão; elas ocorriam muito antes que eu conhecesse seu significado ou suas relações com as práticas do oriente. Essas imagens brotam espontaneamente de suas fontes. Uma delas é o inconsciente, que produz de modo natural fantasias dessa espécie. A outra fonte é a vida que, quando vivida com plena devoção, proporciona um pressentimento do si-mesmo, da própria essência individual. Ao expressar-se esta última nos desenhos, o inconsciente reforça a atitude de devoção à vida. De acordo com a concepção oriental, o símbolo mandálico não é apenas expressão, mas também atuação. Ele atua sobre seu próprio autor. Oculta-se neste símbolo uma antiqüíssima atuação mágica, cuja origem é o “circulo de proteção”, ou “círculo encantado”, cuja magia foi preservada em numerosos costumes populares. A meta evidente da imagem é traçar um “sulcus primigenius”, um sulco mágico em redor do centro, que é o templo ou temenos (área sagrada) da personalidade mais íntima, a fim de evitar uma possível “efluxão”ou preservá-la, por meios apotropaicos, de uma eventual distração devido a fatores externos. As práticas mágicas não são mais do que projeções de acontecimentos anímicos, que refluem sobre a alma como uma espécie de encantamento da própria personalidade, isto é, o refluxo da atenção apoiada e mediada por um grafismo. Em outras palavras, é a participação de uma área sagrada interior, que é a origem e a meta da alma. É ela que contém a unidade de vida e consciência, anteriormente possuída, depois perdida, e de novo reencontrada.
A unidade de vida e consciência é o Tao, cujo símbolo, a luz branca central, é semelhante à que é mencionada no Bardo Todol. Esta luz habita na “polegada quadrada”, no “rosto”, isto é, entre os dois olhos. Trata-se da visualização do “ponto criativo”, cuja intensidade é desprovida de extensão, e que deve ser pensada juntamente com o espaço da “polegada quadrada”, símbolo daquilo que tem extensão. Ambos reunidos são o Tao. A essência ou consciência (sing) se exprime mediante o simbolismo da luz e representa a intensidade. A vida (ming) deverá pois coincidir com a extensão. O caráter da primeira é yang, enquanto que o da segunda é yin. A mandala já mencionada de uma jovem sonâmbula de quinze anos, que observei há trinta anos, tem no centro uma “fonte de energia da vida” sem extensão, cuja emanação espontânea colide com um princípio espacial oposto, em perfeita analogia com a idéia fundamental do texto chinês.
O “aproximar-se circundando”, ou “circumambulatio”, exprime-se, em nosso texto, através da idéia de “circulação”. Esta última não significa apenas o movimento em círculo, mas a delimitação de uma área sagrada por um lado e, por outro, a idéia de fixação e concentração; a roda do sol começa a girar, isto é, o sol é vivificado e inicia seu caminho; em outras palavras, o Tao começa a atuar e assume a direção. A ação converte-se em não-acão; tudo o que é periférico é subordinado à ordem que provém do centro. Por isso se diz: “O movimento é outro nome para significar domínio”. Psicologicamente, a circulação seria o ato de “mover-se em círculo em torno de si mesmo”, de modo que todos os lados da personalidade sejam envolvidos. “Os pólos de luz e de sombra entram no movimento circular”, isto é, há uma alternância de dia e noite.
“A claridade do paraíso se alterna com a mais profunda e terrível das noites”.
O movimento circular também tem o significado moral da vivificação de todas as forças luminosas e obscuras da natureza humana, arrastando com elas todos os pares de opostos psicológicos, quaisquer que sejam. Isto significa autoconhecimento através da auto-incubação (o “tapas” indu). Uma representação originária e análoga do ser perfeito é o homem redondo de Platão, que reúne os dois sexos.
Encontramos um dos paralelos mais impressionantes em relação ao que acabamos de dizer, na descrição que EDWARD MAITLAND, colaborador de ANNA KINGSFORD, esboçou acerca de sua experiência central. Na medida do possível usarei suas próprias palavras. Ele descobrira que ao refletir sobre uma idéia, era como se idéias afins ganhassem viabilidade, em longas séries. Aparentemente, remontavam até sua fonte e esta, para ele, era o espírito divino. Concentrando-se nessas séries, ele tentou avançar até sua origem.
“Eu não dispunha de qualquer conhecimento, nem tinha qualquer expectativa quando me decidi a fazer esta experiência. Simplesmente, estava cônscio dessa capacidade... sentado à minha escrivaninha, pronto para anotar os acontecimentos segundo as series em que se sucediam. Resolvi manter a consciência externa e periférica, sem preocupar-me com o distanciamento de minha consciência interna e central. Não sabia se poderia voltar à primeira, caso a deixasse, nem se poderia lembrar-me dos acontecimentos experimentados. Mas finalmente o consegui, com um grande esforço; a tensão provocada pelo esforço de manter os dois extremos da consciência ao mesmo tempo era considerável! No começo senti como se estivesse subindo uma longa escadaria, da periferia para o ponto cósmico, o solar e o meu próprio. Os três sistemas eram diversos e, ao mesmo tempo, idênticos... Finalmente, num último esforço... consegui concentrar os raios de minha consciência no foco almejado. Nesse instante, como se uma repentina combustão fundisse todos os raios numa unidade, ergueu-se diante de mim uma prodigiosa, inefável luz branca e brilhante cuja força era tão intensa que quase caí para trás... Sabendo intimamente que não era necessário perscrutar além dela, decidi certificar-me de novo; tentei atravessar esse brilho que quase me cegava, a fim de ver o que continha. Com grande esforço o consegui... Era a dualidade do Filho... o oculto tornara-se manifesto, o indefinido, definido, o não-individuado, individuado: Deus como Senhor, que prova através de sua dualidade, que é substancia e força, amor e vontade, feminino e masculino, mãe e pai”.
Assim, ele considerou Deus como dois em um, da mesma forma que o homem. Além disso, observou algo que é sublinhado em nosso texto, isto é, a “suspensão da respiração”. Afirma que a respiração comum cessa, dando lugar a uma respiração interna, como se outra pessoa, alheia a seu organismo físico, respirasse por ele. Acrescenta que tal ser poderia consubstanciar a “enteléquia” de Aristóteles, ou o “Cristo interno” do apóstolo |Paulo, “a individualidade espiritual e substancial engendrada dentro da personalidade física e fenomênica representando, portanto, o renascimento do homem num plano transcendental”.
Esta experiência autêntica contém todos os símbolos essenciais do nosso texto. O próprio fenômeno, isto é, a visão da luz, é uma experiência comum a muitos místicos, e indubitavelmente muito significativa, pois em todas as épocas e lugares compareceu como o incondicionado, reunindo em si a maior for;Ca e o sentido mais profundo. HILDEGARD VON BINGEN, personalidade significativa (mesmo deixando de lado sua mística), escreve acerca de uma visão central que teve bem semelhante à experiência acima citada:

“Desde minha infância”, diz ela, “vejo constantemente uma luz em minha alma, mas não com o olhar externo, ou através dos pensamentos do coração; os cinco sentidos também não tomam parte nesta visão. A luz que percebo não se localiza, mas é muito mais clara do que uma nuvem transpassada pelo sol. Não consigo distinguir nela nem altura, nem largura ou comprimento... O que vejo e aprendo nessa visão perdura por muito tempo em minha memória. Vejo, ouço e sei ao mesmo tempo, e aprendo o que sei num instante... Não reconheço nenhuma forma nesta luz, se bem que de vez em quando nela vejo outra luz que, para mim, se chama a luz viva... enquanto a contemplo me rejubilo, e toda a dor e tristeza se desvanecem na minha memória...”
Por minha parte, conheço poucas pessoas que tiveram tais vivencias por experiência direta. Na medida em que posso alcançar um fenômeno deste tipo, acho que se trata de um estado de consciência agudo, intenso e abstrato, de uma consciência “isenta” (v. abaixo) como HILDEGARD indica, tal estado permite a conscientização de campos do acontecer anímico, que de outro modo ficariam encobertos pelo obscuro. O fato de que em conexão com tal experiência haja um desaparecimento freqüente das sensações gerais do corpo, indica que é retirada destas últimas suas energias específica; provavelmente, mediante sua transformação, a lucidez da consciência é exaltada. De um modo geral, o fenômeno é espontâneo, aparecendo ou desaparecendo por impulso próprio. Seu efeito é espantoso e quase sempre soluciona complicações anímicas, liberando a personalidade interna de confusões emocionais e intelectuais, e criando assim uma unidade de ser, experimentada em geral como uma “liberação”.
A vontade consciente não pode alcançar uma tal unidade simbólica, uma vez que a consciência, nesse caso, é apenas uma das partes. Seu opositor é o inconsciente coletivo que não compreende a linguagem da consciência. É necessário contar com a magia dos símbolos atuantes, portadores das analogias primitivas que falam ao inconsciente. Só através do símbolo o inconsciente pode ser atingido e expresso; este é o motivo pelo qual a individuação não pode, de forma alguma, prescindir do símbolo. Este, por um lado, representa uma expressão primitiva do inconsciente e, por outro, é uma idéia que corresponde ao mais alto pressentimento da consciência.
O desenho mandálico mais antigo que conheço é a “roda do sol” paleolítica, recentemente descoberta na Rodésia. Ela também se baseia no número quatro. Sinais que remontam a uma tal antiguidade da história humana repousam naturalmente, nas camadas mais profundas do inconscientes e são captados lá, onde a linguagem consciente se revela de uma impotência total. Tais realidades não devem servir de campo para a imaginação, mas sim crescer novamente das profundezas obscuras do esquecimento, a fim de expressar os pressentimentos extremos da consciência, e a intuiç ão mais alta do espírito: assim se funde a unidade da consciência presente com o passado originário da vida.

Ensinar a brincar


A brincadeira é a linguagem das crianças. Pela brincadeira se pode aprender a interacção social, trabalhar a atenção, sequências, habilidades, solucionar problemas, explorar sentimentos, desenvolver causa e efeito, estimular a criatividade.
Com a falta de interacção social, comunicação e problemas no comportamento muitos autistas vão necessitar de ajuda para estabelecer uma relação com outras crianças e muitos não sabem brincar, o que precisa ser ensinado.
Para começar escolha algo que funcione com o autista, o que chamaria a sua atenção (dinossauros, tubarão, fadas, jogos, bola).

» Deixe a criança iniciar a brincadeira, fazer uma escolha.

» Se a criança recusar a sua presença na brincadeira comece apenas observando-a brincar, depois introduza comentários ("nossa, este carro é bem veloz!"). Não se preocupe se a criança ignorar seus comentários, continue a introduzi-los aos poucos.

» Ajude a criança a engajar-se na comunicação recíproca na brincadeira. Exemplo: a criança está brincando com um carrinho. Você pode pegar outro carro e dizer: "este carro amarelo corre melhor que o azul. Vou mostrar! Onde está o azul? Ah! Aqui está". (Pegue o carro castanho e deixe a criança corrigir você). Cometa outros erros e comece uma corrida de carros com isso.

» Quando a criança estiver confortável em brincadeiras recíprocas, aumente a interacção. Exemplo: Ela só quer brincar de carrinho, pegue um brinquedo de animal e peça boleia, depois reclame que o cachorro está com fome proteste e insista, com o tempo a criança vai parar e brincar de alimentar o cachorro. Aumente a brincadeira e encontre alguns amigos para o lanche, como o elefante, leão, e outros, alargando o horizonte e os interesses da criança.

» Se for muito sobrecarregado para a criança este passo, volte um pouco para traz.

» Evite questionamentos e direccionamentos. Muita estrutura e perguntas nesta hora podem inibir tanto a iniciativa da criança como o processo dela solucionar problemas.

» Quando a criança estiver se sentindo confortável com a brincadeira recíproca, você poderá direccionar a brincadeira para conceitos e sequências que deseja trabalhar. Exemplo: Ela só brinca de carrinho e sempre os coloca na mesma ordem. Introduzindo o cachorro e novos problemas, a criança começará a dar atenção a outros brinquedos.

» Brinque e interaja. Pretenda ser um dos brinquedos e explore isso. Exemplo: Ao invés de dizer "venha e me ajude a construir um forte", seja um personagem que está pedindo ajuda. Converse com os brinquedos.

» Quando a criança estiver acostumada com este tipo de brincadeira tente mudar sua estrutura. Exemplo: Se ele só quer brincar com o carro azul, peça para deixar que você brinque uma vez com o carro azul.
» Se a atenção da criança for mínima, não puxe a brincadeira por muito tempo. O importante é ela aprender como é gostoso brincar com outras pessoas.
Não se preocupe se está fazendo certo ou errado. Se divirta com o processo. O único erro é não brincar ou não tentar interagir com a criança.

FONTE: Autism Asperger´s Digest Magazine. (july-august 2003). pp 12a 14 e pp. 20 a 24

Perda de memória em idosos pode ser combatida


Fonte: Diário de Notícias Online

O declínio de memória nos idosos pode ser revertido. Um estudo realizado num centro de dia mostra que, quando submetidos a exercícios de estimulação cognitiva, os mais velhos conseguem melhorar o seu desempenho. A falta de uso mental é a grande responsável pelos défices da população idosa, contudo, esta é uma área a descoberto: faltam programas dirigidos para a «ginástica» mental e a preocupação da comunidade em geral está ainda mais vocacionada para o exercício físico ou actividades lúdicas.

Realizado no Porto, por Maria José Peneda (no âmbito de um mestrado orientado por Constança Paul, directora da Unidade de Investigação e Formação em Adultos e Idosos - Unifai), o estudo de treino da memória envolveu pessoas com idades entre os 65 e os 84 anos, divididas em dois grupos de características semelhantes. No conjunto de idosos submetido a sessões de estimulação cognitiva, a partir de um computador, a investigadora registou melhores resultados. E assim, defende ser «vital a estimulação nos mais velhos para o uso das capacidades e competências cognitivas no caminho da autonomia e da velhice com sucesso». Uma medida que «contraria o declínio das mesmas, por falta de uso».

Contudo, a estimulação cognitiva não precisa de ser feita no âmbito de programas específicos de objectivo terapêutico. Nem deve. A ideia, explica Constança Paul, deve ser «integrá-la no dia-a-dia de uma forma que faça sentido, simpática e divertida». O problema da velhice não é, muitas vezes, a doença, mas a falta de uso, determina o conceito de «envelhecimento activo» da Organização Mundial de Saúde. Porque se determinadas capacidades não são exercitadas, vão ser inevitavelmente perdidas.

Constança Paul assinala a inexistência de programas no terreno para manter activos os idosos do ponto de vista mental e cognitivo. «Há mais preocupação com a actividade física e a estritamente lúdica, ainda que nenhuma destas vertentes seja trabalhada o suficiente. Há poucas actividades significativas. E o objectivo deveria ser acções integradas», defende, afirmando ainda que «deveria ser dada prioridade à visão e audição, o que não está acautelado.»

Também Nelson Lima, do Instituto da Inteligência, adianta que «a sociedade cultiva a imagem do corpo e falta um neurofitness, para nos tornamos mais ágeis». A alimentação cuidada que serve o culto do físico também ajuda, afirma este psicólogo, e é preciso «mais cuidados com o sono, porque a nossa sociedade não dorme o suficiente». O problema, diz, «é que os médicos sugerem sobretudo actividade física e não estão sensibilizados para a importância do exercício mental».

A actividade é vantajosa, diz a directora da Unifai, também em quadros demenciais como na doença de Alzheimer, para retardar o declínio. Celso Pontes, director de neurologia do Hospital S. João, confirma: «A ginástica mental melhora a vivência do doente e há vários patamares de neuroestimulação, como fazer uma agenda e programar o presente.»

Por outro lado, a institucionalização em lares só deve ser aplicada a idosos que precisam de cuidados diários e estes só podem ser ministrados em função das necessidades. Num estudo mais antigo, Constança Paul assinalou uma perda significativa de competências nas pessoas institucionalizadas, quando comparadas com idosos inseridos nas comunidades. «Temos aí um declínio induzido pelo ambiente. Num lar, nada promove a autonomia», explica.

Em Portugal, estima, haverá perto de 70 mil idosos institucionalizados. Mas há 1,7 milhões de pessoas com mais de 65 anos, o que significa que a grande maioria «anda na sua vida, a lutar com a reforma, para saber se tem dinheiro para comprar o pão», diz Constança Paul. Há, contudo, um problema sério com a população idosa portuguesa: uma parte muito significativa é analfabeta ou iliterata. O que limita o âmbito de intervenção em áreas de treino mental.

Mas «a estimulação cognitiva é absolutamente essencial e há muito a fazer», defende a investigadora. Por isso, diz, «seria prioritária uma intervenção neste campo. E quanto mais cedo, melhor.» Em causa está a autonomia do idoso. Por isso, é importante que as famílias «preservem a sua participação nas decisões».

Elsa Costa e Silva Hernâni Pereira

Aulas de inglês para bebês de 6 meses




RIO - Eles ainda nem falam "mamãe", mas já estão aprendendo que ela também pode ser chamada de "mommy". Os mais novos alunos de cursos de inglês são bebês. Segundo os especialistas, é no primeiro ano de vida que as funções cerebrais ligadas à linguagem estão se formando. Isso significa que aprender um segundo idioma neste período não só os torna fluentes no idioma como também ajuda a deixá-los mais sabidos, já que estimularia áreas do cérebro ligadas a outras funções.A professora de inglês Eloísa Lima decidiu pesquisar essa capacidade. Em seu doutorado na UFRJ, ela investiga se os bebês são capazes de reagir de maneira diferente a línguas diferentes. Para seu estudo, ela vem dando aulas de inglês experimentais para bebês voluntários a partir de 6 meses no curso Dice, no Rio. A classe regular recebe crianças a partir de 1 ano e 2 meses.
- Ao nascer, o cérebro está apto para lidar e reproduzir todos os sons da humanidade. E as crianças são capazes de balbuciá-los. É como se cada som fosse um fio desencapado e, conforme temos contato com uma língua, vamos encapando os mais usados. Aos 7 anos, esta capacidade praticamente se encerra. É o que chamamos de janela de oportunidade - explica Eloísa, num escritório decorado por fotografias de Freud e Piaget. - Além do conhecimento da língua, é fundamental um trabalho pedagógico bem estruturado para se trabalhar com crianças bem pequenas. A construção da linguagem passa pelas experiências sensoriais e afetivas.
(O Globo online)

A Box of Crayons


While walking in a toy store
the day before today,
I overheard a crayon box
with many things to say.

"I don't like red!" said yellow.
And green said, "Nor do I!"
And no one here likes orange,
but no one knows quite why."

"We are a box of crayons
that really doesn't get along,"
said blue to all the others
"something here is wrong!"

Well, I bought that box of crayons
and took it home with me
and laid out all the crayons
so the crayons could all see.

They watched me as I colored
with red and blue and green
and black and white and orange
and every color in between.

They watched as green
became the grass
and blue became the sky.
The yellow sun was shining bright
on white clouds drifting by.

Colors changing as they touched,
becoming something new.
They watched me as I colored.
They watched till I was through.

And when I'd finally finished,
I began to walk away.
And as I did the crayon box
had something more to say...

"I do like red!" said the yellow
and green said, "So do I!"
"And blue you are terrific
so high up in the sky."

"We are a box of crayons
each of us unique,
but when we get together
the picture is complete."

NOW IF WE COULD JUST LEARN
FROM THIS BOX OF CRAYONS
THIS WORLD WOULD BE A BETTER PLACE.

Shane DeRolf

Como melhorar o seu inglês


Fato: A pessoa que não pratica uma segunda (terceira…etc) língua, esquece!! Sim esquece!! Nossa teacher mas então vou ter que estudar inglês a vida inteira? Hum sim!! Maaaaaaaaas você não precisa ficar em uma sala de aula 2x por semana por exemplo. É necessário que você pratique o inglês ou no trabalho ou em viagens ou falando com alguém, mas pratique!!!
Ver filmes com legenda em inglês (ah teacher mas a legenda é diferente do que eles falam) BINGO!! Que ótimo viu! Você até percebeu isso, fico feliz! A legenda é diferente sim, afinal a legenda é produzida somente a partir do texto, e não das imagens, pode haver uma revisão, mas geralmente não é o que acontece. Mas esse treino visual e auditivo de ler a legenda e ouvir é excelente, aos poucos sua capacidade e ouvir aumenta e você começa a ler cada vez menos. (sim as vezes dá preguiça, mas é melhor do que aquelas dublagens horrendas né).
Ouvir música, ver vídeos gringos no youtube, aqueles programas gringos da MTV ou a CNN. Seja lá qual for o seu gosto sempre tem um programa com inglês, não é mesmo? Ler livros, revistas, se interessar.. entrar em chats em inglês. Seu inglês estará sempre melhorando, sempre aprendemos coisas novas, todos os dias.
Caso você esteja no exterior, aproveite a oportunidade e fuja de brasileiros, afinal eles estão por toda parte e você encontrará muuuuuuuuuitos quando retornar ao Brasil, acho que dará pra matar a saudade. Conheça novas culturas, faça amizades, pratique inglês. Experiência própria, um monte de brasileiros juntos não falam em inglês, never.
Keep it up and never give up!!!

11 atividades para ensinar língua estrangeira


Com atividades lúdicas bem planejadas, você entretém seus alunos sem deixar de apresentar os conteúdos do programa
Meire Cavalcante (novaescola@atleitor.com.br)
Será que seus alunos já notaram que, ao apagar o abajur ou ir ao toalete, esbarram no francês? Ou que na hora da refeição podem optar por um farto self-service ou por um delivery, termos emprestados do inglês? Aprender outros idiomas, no entanto, vai muito além de conhecer palavras estrangeiras adotadas por aqui. Ao dominar outras línguas, a garotada tem a possibilidade de manter contato com povos e culturas diferentes, amplia o acesso a fontes de pesquisa como livros e internet , faz amigos no exterior e melhora as chances de conseguir bons empregos no futuro.
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Para envolver a turma nas aulas de Língua Estrangeira, uma boa dose de diversão é bem-vinda: troca de correspondência, jogos, músicas e filmes ensinam e entretêm. Na Escola da Vila, por exemplo, as crianças produziram belíssimos cartões-postais de São Paulo para trocar com alunos da Coréia do Sul.

É preciso tomar cuidado, no entanto, para não valorizar demais os recursos lúdicos e esquecer do objetivo principal: ensinar conteúdos. A professora Sandra Baumel Durazzo, da Target Teaching, que terceiriza o ensino de línguas em escolas de São Paulo, explica que as aulas são produtivas quando as práticas de linguagem a ser exploradas são definidas previamente. E isso se aplica até em uma simples leitura. "O aluno pode ler o mesmo texto com objetivos diferentes: para fazer um resumo ou uma apresentação oral, responder perguntas, formular opiniões ou apenas por prazer."


Começar do que eles conhecem
Segundo a consultora Celina Bruniera, de São Paulo, um bom programa em Língua Estrangeira tem por base o conhecimento lingüístico, textual e de mundo que o estudante traz. "Na hora de escolher os textos que serão trabalhados, opte primeiro por aqueles com informações familiares à turma", afirma Celina. Além disso, é mais rico ler uma biografia ou uma notícia do que frases soltas, como: "Qual é o seu nome?" ou "Onde você mora?" Letras de músicas? Sim, elas também fazem sucesso e, com certeza, podem enriquecer as aulas desde que atendam aos objetivos do seu planejamento. Se você analisar a letra e perceber que é mal escrita, nada feito.

Para manter vivo o interesse da garotada pelas aulas e ao mesmo tempo atender aos diferentes objetivos didáticos, os professores de Inglês do Colégio Estadual Douradina, na cidade paranaense de mesmo nome, resolveram incentivar os alunos de 5ª a 8ª série e de Ensino Médio a ir além do livro didático. As turmas treinaram conversação com uma estudante inglesa convidada a participar das aulas por meio de um programa de intercâmbio. "Os alunos ficaram motivados porque conseguiram se comunicar com ela e perceberam que sabiam mais do que imaginavam", conta Nilza Fardin, professora de Inglês e orientadora educacional da escola.

Para aprimorar a leitura e a escrita, eles produziram um jornal, um livro de jogos e outro de receitas e até um folheto turístico bilíngüe, que é distribuído aos visitantes da cidade. Essas e outras atividades estão descritas a seguir.
Aprendizado, envolvimento e diversão

Para ter sucesso entre a garotada e ser eficiente pedagogicamente, as atividades não requerem grandes recursos. Elas podem ser desenvolvidas em todas as séries, desde que você adapte os conteúdos previstos no seu planejamento. Cabe ao professor decidir sobre a melhor forma de introduzir o uso da língua estrangeira como meio de comunicação. Na hora de dar as coordenadas à classe, pode haver a necessidade de usar a língua materna para evitar angustiar e inibir os alunos ou pode ser melhor usar, desde o começo, a língua estrangeira como forma de desafiar os alunos a lidar com o diferente.

1. Contar história
As luzes da sala estão apagadas e a meninada na expectativa. Do lado de fora, você se prepara com os acessórios necessários (como um chapéu ou uma espada de mentira) e já entra narrando, na língua estudada, as peripécias dos personagens. A pronúncia clara, os gestos e a entonação da voz ajudam a meninada a entender a narrativa. Essa atividade aprimora a compreensão oral da língua. O objetivo mais importante é despertar nos alunos a certeza de que têm capacidade de interagir com o idioma, ainda que não o dominem. Mesmo que a turma seja iniciante, histórias com vocabulário pobre devem ser evitadas.


2. Ler texto teatral
O objetivo dessa proposta é explorar as rubricas as observações entre colchetes que aparecem nos textos teatrais e que determinam a ação (e não a fala) dos personagens. Lida a peça, os alunos são desafiados a mostrar, por meio de fotografias ou desenhos, apenas o que as rubricas trazem [coloca a mão na testa e se ajoelha], por exemplo. As imagens são trocadas com os colegas, que devem descobrir a que rubrica cada imagem se refere. Os alunos aprendem as características de um texto sem narrador e exercitam a leitura, a escrita e a fluência oral na língua.

3. Cartões-postais
Aqui cabem parcerias com professores de outras disciplinas, como Artes, História ou Geografia. Os estudantes produzem cartões-postais com imagens de pontos turísticos ou informações relevantes sobre a cidade onde moram. No verso, escrevem um pequeno texto, contando um pouco sobre o local escolhido e sobre eles próprios. Terminada essa etapa, é necessário fazer contato com uma escola de outro país que queira trocar os postais com a turma. A atividade permite utilizar a língua numa situação real de comunicação e aprimorar a redação de textos descritivos e informais. Além disso, proporciona um maior contato dos alunos com o lugar onde moram e o conhecimento sobre a cultura e o modo de vida de crianças e jovens de outros países.

4. Filmes
Você lê com a classe a crítica de um filme escrita no idioma estudado. Ao assistir à fita (sem legendas), os alunos treinam a escuta e anotam as passagens que não conseguiram entender para pesquisas posteriores. Em seguida, todos debatem sobre o filme e a crítica. A próxima etapa envolve a produção de resenhas. Essa atividade aprimora a redação de textos e o enriquecimento do vocabulário.

5. Músicas
Ao escolher canções para trabalhar em sala, é preciso primeiro definir os objetivos. Se a intenção é explorar conteúdos gramaticais, a letra deve trazer subsídios suficientes. O critério de seleção não se restringe somente às preferências da turma, mas juntar o útil ao agradável é sempre bom. A música serve para treinar a pronúncia e fazer com que eles identifiquem sotaques diferentes, conforme a origem do cantor. No CD Músicas Folclóricas Americanas Vol. 1, à venda com a revista ESCOLA, há vários exemplos. Essa atividade favorece bastante o vínculo dos alunos com a língua.

6. Folheto turístico
A meninada vai achar um barato produzir um folheto bilíngüe e ilustrado para os visitantes da cidade no computador ou manualmente. Os alunos fazem um levantamento dos pontos turísticos: igreja da praça central, museus, reservas naturais, parques, clubes... Antes de começar a redigir, é essencial que os estudantes tenham contato com os textos publicitários. A atividade desenvolve conteúdos como construções imperativas ou sugestivas, uso de tempos verbais no presente e adjetivação.

7. Palavras cruzadas
Nesta atividade, cada criança inventa um jogo e desafia os colegas. Para o trabalho ser significativo, cabe aos alunos elaborar os enunciados na língua estudada, e não apenas um exercício de tradução. Por exemplo: se a palavra a ser encontrada é maestro (professor, em espanhol), é mais desafiador que eles escrevam la persona que enseña en la escuela (a pessoa que ensina na escola), e não apenas o termo em português. Essa é uma maneira de estudar vocabulário e qualquer estrutura gramatical.

8. Livro de receitas
Para começar, a turma lê receitas fáceis de preparar escritas na língua estrangeira. A tarefa seguinte é identificar palavras e expressões comuns nesse tipo de texto, como bater, misturar tudo, assar, untar. Depois de se familiarizar com a linguagem, a turma traz de casa a receita predileta e a escreve na língua estudada. Hora de colocar a mão na massa: ao ensinar os colegas a preparar os quitutes, os alunos são estimulados a enriquecer o vocabulário e ainda praticam a linguagem oral. Além dos verbos no imperativo e infinitivo, eles aprendem a usar advérbios e locuções adverbiais.

9. Jornal
Ao produzir um jornalzinho, os estudantes são estimulados a escrever, pois abordam temas relacionados ao seu cotidiano. Eles se aproximam dos diversos gêneros jornalísticos ao fazer as colunas de horóscopo e de piadas, quadro de recados, contos e críticas culturais, entrevistas e cobertura de eventos. A turma pode procurar na internet sites de jornais do exterior, para saber como esses textos se organizam. E vai aprimorar a leitura e a redação. Se a escola não tiver acesso à rede, é importante conseguir um exemplar de jornal estrangeiro, mesmo que não seja recente, para mostrar à classe.

10. Visitantes estrangeiros
Se você conhece alguém na comunidade natural de outro país e que fale a língua estudada pela garotada, eis uma oportunidade de organizar aulas de conversação envolventes. Caso o visitante não tenha tempo, vale uma palestra sobre seu país, a cultura e os costumes do lugar onde nasceu. Para tornar o encontro mais rico, os alunos elaboram roteiros de entrevista com antecedência e pesquisam sobre a nação em questão. Uma boa pedida é gravar a entrevista para escutá-la nas aulas seguintes.

11. Narrativa vira diálogo
Na Escola da Vila, em São Paulo, as 5as séries participaram de um projeto de Inglês que desenvolveu, de forma divertida, as habilidades de leitura, escrita, pronúncia e escuta. Cada turma de 12 a 15 alunos transformou a narrativa em inglês de Ali Babá e os Quarenta Ladrões em um diálogo. O projeto durou três meses e gerou ótimos resultados. Na hora de escolher o texto, as professoras optaram por um livro com vocabulário para aprendizes de nível elementar (aproximadamente 600 palavras).

Os estudantes leram o texto de diferentes maneiras: sozinhos, em voz alta, em dupla, em casa ou acompanhando a professora, para treinar a escuta e melhorar a pronúncia. Depois de dominar o vocabulário e compreender bem a trama, veio o desafio: transformar a narrativa em diálogo. Como lição de casa, os alunos dividiram o texto em dez partes e fizeram um storyboard, uma espécie de filminho em que a história é resumida em desenhos. Em classe, cada um deles tinha sugestões a dar. Juntos, fizeram um único storyboard. Depois disso, veio a produção dos diálogos.

Em duplas, os alunos redigiram as falas de cada parte. Como o narrador dava apenas a noção de tempo e espaço, eles não podiam dizer que Ali Babá era lenhador e casado. Tinham que transformar essas informações em falas dos personagens. A esposa, por exemplo, dizia em inglês: "Querido, sei que você está cansado de cortar lenha o dia todo. Preparei o jantar". Ali Babá respondia: "Você é a melhor esposa do mundo". Pronto, o recado estava dado. "Os alunos se envolveram muito porque, ao criar os diálogos, podiam soltar a imaginação", conta a professora de Inglês Tathiana Barbosa Lima, da Target Teaching, que atua na Escola da Vila.

Para que todos participassem da leitura interpretada que encerraria a atividade, os alunos foram orientados a criar frases para personagens que não tinham destaque, como os ladrões. Já as falas de Ali Babá, numerosas, foram divididas entre dois ou mais alunos. Os diálogos foram passados aos colegas para que conferissem se o final de um trecho estava coerente com o começo do outro. Na hora de corrigir, as professoras verificaram a ortografia, se o aluno havia conseguido comunicar o que pretendia e se tinha empregado no texto o conteúdo já ensinado. "Não se pode exigir que acertem o que eles ainda não aprenderam", alerta Sandra Durazzo.

A última etapa foi a apresentação, em que todos apareceram com turbantes na cabeça. O desafio era entender bem o que o colega dizia e interagir fluentemente no diálogo, usando a entonação e a expressão certas para cada personagem. Dessa maneira, a turma treinou a escuta e a pronúncia. "Os alunos aprenderam porque utilizaram a língua para solucionar problemas e não porque foram apresentados primeiramente às regras", conclui Tathiana.

Gerânio: óleo essêncial feminino


Em comemoração ao Dia da Mulher, celebrado em 8 de março, nada melhor do que falar sobre o óleo essencial de gerânio. Com um aroma floral, forte e intenso, a substância possui um cheiro similar ao de rosas. Conhecido por ser um óleo tipicamente feminino, o gerânio atenua os efeitos desagradáveis da Tensão Pré-Menstrual (TPM), trazendo estabilidade emocional, e da menopausa, combatendo as ondas de calor e os estados depressivos típicos desta fase da vida.


Para ajudar a minimizar os sintomas da TPM, como dores de cabeça, irritação, cólicas, dores nas mamas, enjoos e, principalmente, oscilações de humor basta misturar duas gotas de gerânio com duas gotas de óleo essencial de grapefruit e duas gotas de óleo essencial de pau rosa. Essa sinergia pode ser colocada em creme ou gel neutro e aplicada diariamente no corpo. Ainda é possível utilizar a mistura em escalda-pés ou aromatizadores de ambiente.


Também conhecido como o óleo da coragem, o gerânio dá estímulo para correr atrás dos objetivos, tomar atitudes e enfrentar os desafios do dia-a-dia. Encontrada principalmente na África do Sul, Madagascar, Egito e Marrocos, essa substância ainda tem propriedades antissépticas, antidepressivas, diuréticas e é bactericida. Além disso, pode trazer bem-estar e relaxamento. Quando combinado com a lavanda e a bergamota, reduz o estresse e acalma a mente, e ajuda nos processos de síndrome do pânico e depressão.


Beleza de dentro para fora


Se for usado com o óleo de mentha, o gerânio pode ajudar a controlar todo tipo de vício, como cigarro, álcool e drogas. Essa sinergia também ajuda nos processos de emagrecimento, principalmente se a pessoa tiver uma alimentação saudável e balanceada, atrelada à prática da atividade física. Já se a mulher sofrer de baixa autoestima, ela pode apostar na combinação de gerânio e eucalipto stageriana para trabalhar o brilho interior e o amor próprio.


Como se não bastassem todos esses benefícios, o gerânio também ajuda a deixar as mulheres ainda mais bonitas. O óleo essencial pode ser utilizado junto com creme ou gel neutro para equilibrar, hidratar e devolver o brilho da pele, principalmente em épocas de frio.


A aromaterapia vibracional disponibiliza os óleos essenciais vibracionais, que por meio de compostos personalizados ajuda a tratar diversas áreas da vida. Para ajudar você a escolher a melhor sinergia para seu momento, consulte um aromaterapeuta.

Solange Lima

Terapeuta holística e numeróloga. Utiliza técnicas como Florais, Aromaterapia, Cromoterapia, Shiatsu, Reflexologia e Reiki. Realiza atendimentos em São Paulo.

Bullying pode gerar atos violentos


Ex-colegas de turma de Wellington Menezes de Oliveira, autor do ataque à escola em Realengo, no Rio de Janeiro, afirmaram que ele foi vítima de bullying na época que estudava na Escola Municipal Tasso da Silveira. Segundo amigos, o atirador era alvo de intimidações e apelidos pejorativos por conta de seu jeito calado e arredio. O mesmo aconteceu com os rapazes que promoveram o massacre em uma escola em Columbine, nos Estados Unidos, que depois gerou o documentário "Tiros em Columbine". Apesar de sempre existir nas escolas, o bullying nem sempre foi encarado como um problema. Há algumas décadas era considerado "coisa normal de crianças". Aquelas que divergissem um pouco da média eram as vítimas preferenciais. Hoje a prática tem sido denunciada, mas está bem longe de ser controlada.


Nesta mesma semana, dois outros casos envolvendo bullying povoaram os jornais. Uma estudante universitária de enfermagem denunciou as agressões que sofria à direção da faculdade, em Ribeirão Preto, e foi agredida por uma colega com um capacete de motociclista. No sertão de Alagoas, um aluno de 15 anos passou por uma sessão de três minutos de tapas na cara por ser homossexual. O bullying não respeita fronteiras nem nível social.


No ambiente escolar, é muito importante para a criança ou o adolescente fazer parte de um grupo, ser aceito e apoiado por ele. Quem sofre bullying sente-se excluído e geralmente reage com um sentimento de inferioridade, que pode influenciar sua vida em seus aspectos emocional, social e profissional, não só no momento em que sofre a agressão, mas por muitos anos no futuro."Quem sofre bullying sente-se excluído e geralmente reage com um sentimento de inferioridade, que pode influenciar sua vida em seus aspectos emocional, social e profissional, não só no momento em que sofre a agressão, mas por muitos anos no futuro."



Cria-se um sentimento de inadequação, de não pertencimento, que mina sua autoconfiança e o faz sentir-se inferior. Algumas vezes essa sensação pode gerar uma reação violenta e, se somada a um transtorno grave e não tratado de personalidade, um massacre como o que aconteceu no Rio de Janeiro.


No Ensino Médio, estudei em uma escola particular de Niterói, mas morava em São Gonçalo. Eu e muitos colegas que vínhamos da cidade vizinha sofríamos todo tipo de gozações, até mesmo por parte de professores. Algumas inócuas, outras bem agressivas. Um de nossos colegas sofria mais perseguições, pois, além de gonçalense, era negro (o que era uma exceção numa escola de classe média de Niterói à época) e obeso. Não eram só piadinhas, eram tapinhas na nuca, crianças tomando seus cadernos e jogando-os no chão ou colocando o pé na frente para derrubá-lo. Os inspetores, pomposamente chamados de "auxiliares de comunicação", limitavam-se ao "não faça isso de novo". Ele tornou-se mais tímido do que no início do ano. Um dia ele surrou o colega mais insistente nas provocações e foi suspenso das aulas pela atitude violenta.


O bullying sofrido pelo meu colega tinha as três características que o definem: era alvo de agressões e comentários negativos, as agressões eram repetidas e havia um suposto desequilíbrio de poder entre os colegas. Nem sempre o bullying é tão evidente, já que ele pode acontecer por meio de intrigas, espalhando comentários entre colegas (e a internet, através das redes sociais, pode ser um veículo para isso), ou evitando falar com a pessoa que sofre o bullying, até mesmo porque quem se aproxima da vítima também é hostilizado. Os temas mais usados pelos agressores são relacionados à forma física (por meio de apelidos como baleia, esqueleto, sem-bunda, baixinho, pintor-de-rodapé ou caolho), à etnia (palavras como crioulo, branco-azedo ou japa são comuns nesse caso) e à religião (como crente, papa-hóstia ou macumbeiro).


Os agressores buscam, através das provocações, dominar um grupo, numa estrutura de poder semelhante ao de animais na selva. É preciso que o bullying não seja tolerado como "coisa normal" e estimule o agressor a buscar sua própria humanidade, que pode ser feita por meio da arte, por exmeplo. Já a vítima precisa ser amparada e protegida pela escola e por tratamentos psicoterapêuticos, além de não ser exposta ainda mais aos agressores, para que possa ter a real percepção de si, e não aquela imagem perniciosa que o bullying insiste em fazê-la acreditar.

Autor: Marcelo Guerra

Médico Homeopata, Terapeuta Biográfico, co- fundador do DAO Terapias. Faz atendimentos individuais, para casais e grupos em Nova Friburgo.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Um emoção profunda


Hoje tive uma felicidade que não dá para mensurar.Minha filhota de 6 anos começou a ler.Vê-la lendo, juntando as letrinhas, formando palavras e depois pequenos textos foi realmente admiravel.Ela que há tão pouco tempo só lia imagens!!!Meu Deus como o tempo passa rápido!!!
Estou feliz por ela, muito feliz mesmo!!!Seja bem vinda ao mundo dos leitores, meu docinho.

Bruxismo - o cerrar ou ranger dos dentes


Algumas pessoas sofrem de bruxismo _ o cerrar ou ranger dos dentes que se manifesta geralmente durante a noite.

Existem florais muito bons e específicos para isso, como o Bipinatus e o Psidium, ambos de sistema mineiro.Outra dica é massagear com movimentos circulares dos dedos a região temporomandibular do rosto, fazendo uma leve pressão. Só isso. É bom passar antes nos dedos um pouco de óleo _ sempre de origem mineral. Ou, minha dica e preferência, usar o Creme de Bach para a massagem.

Para mandar a dor de cabeça embora


Auto- massagem

Quando a dor de cabeça começar a apertar, pressione o ponto indicado na figura para aliviar o incômodo.

O local indicado é a parte mais gordinha do ângulo formando pelos dedos polegar e indicador, que, ao ser pressionada, causa uma pontada de dor.

O movimento deve ser feito pela polpa do polegar durante um minuto mais ou menos.

Dica da Revista Bons Fluidos

Para achar o sono rapidinho


Dicas:

Ponto de massagem nos pés


Ponto entre as sobrancelhas


Chá de noz moscada


Banho terapêutico


Lençóis perfumados com lavanda


Chá de camomila


Banho com água de rosas

De acordo com Deepak Chopra, na sola do pé existem agrupamentos importantes de marmas (marmas são pontos de junção entre a consciência e a matéria e que são acessíveis _ ou estimulados _ pelo tato). Ele sugere, então, uma massagem suave na região, de três a cinco minutos diários, feita à noite, pois ela tem efeito calmante no sistema nervoso, o que faz do ato um excelente prelúdio para o sono.

Dos pés para a cabeça. Vá para aquele ponto localizado entre as sobrancelhas, explicado no post abaixo. Massageado, ele ajuda a adormecer, desde que não seja pressionado com muita força ou muita pressa.

Massageando a mão para aliviar o stress


A mão costuma acumular tensão e uma técnica simples e rápida de reflexologia ajuda a relaxar e pode ser feita no trabalho, no trânsito, enquanto você assiste TV.

Aplique uma camada de creme em uma das mãos para facilitar a massagem. Com os dedos da outra mão faça movimentos circulares. Comece pelo músculo que fica abaixo do polegar. Eis o truque: massageie o polegar da base até o topo. Este movimento relaxa pontos de tensão nos ombros, pescoço e couro cabeludo.

Dica para aliviar a dor de cabeça


Tiger Balm

Composto por Cânfora e Mentol, entre outras substâncias vegetais, o bálsamo traz alívio para dores e uma sensação de frescor e alívios imediatos.

Massageie um pouquinho nas têmporas e/ou testa e a dor de cabeça vai embora rapidinho.

Dor no ciático


Comece segurando o pé direito com a mão direita. Posicione o dedo indicador esquerdo na parte de trás do osso do calcanhar. Vá avançando, com uma leve pressão, até cerca de quatro centímetros para cima da perna.

Faça o mesmo com o outro pé.

Esta técnica ajuda a aliviar o sintoma quando os nervos ciáticos estão inflamados.


Fonte: Reflexologia para dor nas costas, de Ann Gillandres (Editora Pensamento)
Foto: Bons Fluidos

Pontos de auto-massagem para o alívio de dores e o equilíbrio emocional.




A energia precisa fluir livremente pelo corpo. Quando ela não flui, o corpo manifesta este bloqueio através de dor. Com a auto-massagem, você desfaz esta obstrução e a energia volta a circular perfeitamente.

Pressionando os locais indicados nas figuras , os meridianos _ canais por onde as energias percorrem o corpo _ são ativados e reequilibrados . Basta saber estimular os pontos certos.

Fazer o caminho inverso também é interessante. Arrumar um tempinho _ nem que seja ao volante esperando o sinal vermelho abrir _ para massagear partes do corpo, descobrir as regiões tensas e fazer a relação com as emoções correspondentes é uma excelente maneira de auto-conhecimento.

Sabendo o que está em desarmonia é mais fácil e rápido voltar ao equilíbrio.

Por que não?Tente e verá.

Florais para crianças em férias


Crianças e adolescentes em férias precisam de atividades que os distraiam. Mesmo viajando ou se divertindo em passeios, é comum que os pequenos briguem na disputa de uma brincadeira, fiquem ansiosos pelas novidades que terão no dia seguinte, sofram contusões por não pararem quietos ou mesmo por serem distraídos e baguncem além da conta. Quem sofre junto são os pais ou cuidadores, já que precisam de energia extra para acompanhar tanto pique. Os Florais de Bach originais podem ser grandes aliados nas férias. Veja algumas situações nas quais eles podem ser usados:


Contusões – Durante uma brincadeira, seu pequeno machucou-se. Recorra ao Rescue Gel, indicado para pancadas, torções, alívio de músculos tensos, dores, contrações e tensões. Como também é indicado para quem sente cansaço nos pés e sofre com as pernas cansadas, não são só as crianças que precisam deste aliado: de tanto correr atrás deles, você se sentirá bem melhor ao usá-lo. O Rescue Gel contém os Florais de Bach que compõem o Rescue Remedy (Star of Bethlehem, Rock Rose, Cherry Plum, Clematis e Impatiens), além do Crab Apple. “Os Florais de Bach originais podem ser administrados via oral ou também em uso tópico. No caso do Rescue Gel, a intenção é tratar, de maneira natural, cansaço e dores na musculatura. Se a contusão foi causada pela falta de atenção da criança, além do Rescue Gel pode-se lançar mão do uso do Daydream Kids. O produto é preparado com o floral Clematis, que vai ajudar a criança a situar-se no aqui e agora. Essa essência ajudará a criança a ‘focar a realidade’, ou seja, viver o presente, a interessar-se mais pelas coisas e a ficar mais atenta.

Ardor provocado pelo sol – O ardor pode ser aliviado com o uso do Rescue Remedy Cream, creme que trata de problemas na pele, dermatites, assaduras, queimaduras, entre outros. Ele tem a mesma composição do Rescue Gel, mas sua base em creme trata a pele, hidratando-a e umectando-a, enquanto o gel é indicado para dores e contusões.

Criança cansada – Quando a manha é causada pelo cansaço, nada melhor do que optar pelo Rescue Kids, fórmula mundialmente conhecida composta por cinco Florais de Bach: Rock Rose, indicado para estresse e ansiedade; Impatiens, para diminuir a impaciência e irritação; Clematis, para desatenção; Star of Bethelem, para aliviar traumas e agitação e o Cherry Plum, para controlar pensamentos irracionais. O diferencial do produto, em comparação com o Rescue Remedy que já está no mercado, é que essa formulação não contém álcool e já vem pronta para uso, ou seja, não requer diluição.

Para os pais e cuidadores – Quando a bagunça ultrapassou os limites e você perdeu a paciência, opte pelo Rescue Remedy, disponível em gotas ou pastilhas. O produto tem o mesmo efeito do Rescue Kids, descrito acima, e o equilibrará. E se perder o sono, use Rescue Sleep, que promove um sono tranqüilo e renovador, repondo as energias após um longo dia com os pimpolhos.

Mensagem da lavanda


Após a estação da florada, a Lavanda descansa; seus galhos secam nas plantas, e sua cor aprofunda-se para misturar-se com as matizes do outono.
O outono é o meio do caminho entre o verão e o inverno, quando a recuo do sol cruza o celestial equador. Então, os dias e noites terão a mesma medida de tempo, harmonia pura.
Este é o momento de buscar pelo equilíbrio e a harmonia interna. A Lavanda, por sua habilidade adaptogênica, oferece-nos sua inestimável ajuda, para que possamos manter em ajustado alinhamento nossos pensamentos, sentimentos e ações.
Outono é tempo de colheita - é justamente quando notamos que as sementes que semeamos desabrocham, se aprimoram e amadurecem, proporcionando assim, o momento da colheita dos frutos.
Na estação do outono as folhas de muitas plantas mudam de cor como um estágio preparatório para a chegada do inverno, quando então elas cairão e assumirão outras atividades como a de alimentar e fertilizar o solo; os dias passarão a serem mais curtos e o espírito da humanidade naturalmente tende a voltar-se para o seu interior, na busca pelo aquietamento de suas intensas atividades, as quais foram vivenciadas intensamente na calorosa estação do verão, pelo menos esta seria a atitude mais adequada, para que possa haver o resgate de forças e de energias dispensadas no verão.
A estação do outono confere a humanidade a oportunidade de avaliação das força que conduzem ao sucesso, e também das fraquezas, as quais colaboram para com as falhas ou ao fracasso.
A lavanda é uma planta promotora do desenvolvimento e fortalecimento das virtudes, sendo assim, ela também colabora com a minimização das fraquezas e inseguranças, condições que podem diminuir as chances da obtenção do sucesso na vida.
No âmbito espiritual a Lavanda estimula a humanidade a renovar o seu pacto com a Presença Divina que habita em cada um, reforça o propósito, reaviva o redespertar da consciência humana e preenche cada Ser que entra em contato com ela, do mais puro potencial Divino.

Fonte http://www.monasflower.com.br/

Quem era o Dr.Bach?


Dr. Edward Bach era de origem galesa, nasceu em Moseley - arredores de Birmingham, no dia 24 de Setembro de 1886. Era uma criança intuitiva, delicada mas independente, com um grande amor pela natureza. Deixou a escola aos 16 anos e passou três anos na fundição de latão do pai, em Birmingham, a fim de pagar os seus estudos de medicina.

Em 1912 formou-se pela University College Medical Officer (UCH) - os primeiros anos de carreira do Dr. Bach foram ao mesmo tempo convencionais e bem sucedidos. Em 1913 se tornou Médico Encarregado de Urgências (Casualty Medical Officer); ainda no mesmo ano tornou-se Cirurgião de Urgências (Casualty House Surgeon), no National Temperance Hospital.

Após recuperar-se de problemas de saúde, abriu um consultório próximo de Harley Street, em Londres, onde obteve sucesso profissional.

O Dr. Edward Bach (1886-1936) era um médico com idéias avançadas para o seu tempo. Ao longo da sua curta carreira, evoluiu da medicina ortodoxa para o desenvolvimento de uma forma de medicina natural, para tratar a saúde emocional e espiritual, muito em sintonia com as tendências da saúde natural hoje praticada.

Com tão pouca idade, já tinha noção que a personalidade e as atitudes das pessoas afetavam o seu estado de saúde - concluiu que, no tratamento medico, o mais importante era conhecer a personalidade, para compreender os sintomas. O seu interesse era pelo doente e não pela doença.

Cada vez mais insatisfeito com os limites da medicina convencional e acreditando de forma progressiva na eficácia de buscar o tratamento da causa da doença, decidiu seguir seus interesses pela imunologia e especializou-se em Bacteriologista Assistente no UCH (University College Medical Officer) em 1915.

De saúde frágil, adoeceu gravemente em 1917 - chegou a pensar que morreria e, com isso, veio a determinação de concluir o seu trabalho. Foi fortemente influenciado pela convicção de que seguir a verdadeira vocação era essencial para a saúde espiritual e física, quando mais tarde desenvolveu os seus "florais".

De 1919 a 1922 trabalhou como patologista e bacteriologista, no London Homeopathic Hospital (Hospital Homeopático de Londres) - nessa fase, ficou surpreendido pelo fato de que Samuel Hahnemann, o fundador da Homeopatia, havia reconhecido a importância da personalidade na doença, 150 anos antes.

Combinando estes princípios com os seus conhecimentos da medicinal convencional, desenvolveu os Sete Nosódios de Bach, que são vacinas orais baseadas em bactérias intestinais, que purificam a flora intestinal, com excelentes resultados gerais na saúde do paciente em casos crônicos, tais como artrite.

Embora a comunidade medica tivesse adaptado as suas vacinas (que ainda são utilizadas por alguns homeopatas e outros médicos, nos dias atuais), ele não gostava do fato que, tratavam-se de bactérias - era ansioso por substituí-las por métodos mais suaves, possivelmente baseados em plantas.

Em 1928, no decorrer de um jantar, teve uma revelação: observando os convidados daquela refeição, compreendeu que pertenciam a tipos distintos. A partir daí, chegou a uma inspirada conclusão - a de que cada tipo humano reagiria à doença de uma maneira particular, peculiar. Naquele outono, visitou o País de Gales e trouxe com ele duas plantas, Mimulus e Impatiens: preparou-as como as vacinas e receitou-as de acordo com a personalidade do doente, com resultados imediatos e coroados de êxito. Nesse mesmo ano, acrescentou o Clematis - com estes três florais, estava no limiar do desenvolvimento de um sistema de medicina inteiramente novo.

Na primavera de 1930, com 43 anos de idade, o Dr. Bach encerrou seu laboratório e consultório e foi para o País de Gales, à procura de mais "florais" na natureza. Quando numa manhã, caminhava por um campo coberto de orvalho, compreendeu súbitamente que cada gota de orvalho, aquecida pelo Sol, adquiria as propriedades curativas da planta na qual se encontrava depositada - isto o inspirou a desenvolver um método de preparação de "florais" utilizando a água pura.

De agosto de 1930 à 1934, Dr. Bach fixou-se em Cromer, na costa de Norfolk, encontrando e preparando mais florais e com eles tratando os seus pacientes.

Como não cobrava pelas consultas, os seus recursos financeiros foram afetados, obrigando-o a mudar-se para Mount Vernon, em uma pequena casa de Oxfordshire, que é atualmente a Fundação Dr. Edward Bach Centre, onde continuou a trabalhar, escrevendo, tratando os doentes em Sotwell e em Londres - prosseguiu a sua busca por outros florais.

Durante esta fase, sofreu consideravelmente, tanto mental como físicamente, até conseguir encontrar a planta que aliviasse os seus sintomas.

Ele continuou a trabalhar, a ensinar e ao mesmo tempo a formar assistentes que dessem seqüência ao seu trabalho. Assim que acabou de criar os 38 florais e o Rescue Remedy, viu que não eram necessários mais florais, os 38 cobriam todos os aspectos da natureza humana e assim todos os estados de espírito negativos e implícito a doença.

Ainda no final de 1930, escreveu a curta obra "Cura a Ti Mesmo", com a sua mensagem de que a doença física resulta de um conflito com os nossos desígnios espirituais. Este livro foi publicado em 1931 e continua a ser reeditado, desde então.

No final de novembro de 1936, morreu enquanto dormia. Acredita-se que realizou-se em suas metas, satisfeito por ter concluído a missão programada, tanto que confiou a plena responsabilidade pela continuidade do seu trabalho aos amigos e colegas - pediu também que a sua casa continuasse a constituir a fonte de informação sobre a sua obra.

Por isso ainda hoje, o Bach Centre em Mount Vernon participa ativamente na preservação, na educação e na preparação das tinturas-mãe dos florais. Os Curadores asseguram, assim, a manutenção das tradições e princípios de pureza, simplicidade e integridade.

"A saúde é um patrimônio nosso, um direito nosso. Constitui a fusão completa e total entre alma, espírito e corpo e este não é um ideal distante e difícil de atingir, mas sim tão fácil e natural que muitos de nós o descuramos"
Dr. Edward Bach.

Fonte : Os 38 Florais do Dr. Edward Bach ,Wigmore Publications Ltd., ver pp. 05,06,07,08,09,10 e 11.

Mensagem aos visitantes


" Hoje eu sou um vencedor.

Nada me abaterá.Todos os caminhos me conduzirão à vitoria.
Vencerei no trabalho; vencerei nos estudos; vencerei nos negócios; vencerei no amor; vencerei na saúde; vencerei todas as montanhas e obstáculos que surgirem diante de mim. Eu sou um vencedor. "

Frases do Dr. Bach - fundador da terapia floral




" Não devemos dar atenção a interpretação que o mundo faz de nossos atos.Somente nossa alma é responsável pelo nosso bem, por nossa reputação."



"Podemos descansar, certos que o único pecado que existe é o de não obedecermos aos ditames de nossa própria Divindade."


"Quanto mais nos libertarmos das influências externas e de outras personalidades, mais nossa alma pode nos usar para realizar Sua Obra".


"A doença é o resultado do conflito entre a alma e a mente, e ela jamais será erradicada exceto por meio de esforços mentais e espirituais".





"Nossa saúde física depende do nosso modo de pensar, dos nossos sentimentos e emoções".




"As doenças reais e básicas no homem são certos defeitos como o orgulho, a crueldade, o ódio, o egoísmo, a ignorância, a instabilidade e a ambição... tais defeitos é que constituem a verdadeira doença..., e a continuidade desses defeitos, se persistirmos neles,... é o que ocasiona no corpo os efeitos prejudiciais que conhecemos como enfermidades".




"Os medicamentos devem atuar sobre as causas e não sobre os efeitos, corrigindo o desequilíbrio emocional no campo energético".

Tratamento gratuito com florais ajuda pacientes que têm câncer


Hospital das Clínicas oferece tratamento gratuito com essência de flores como coadjuvante das terapias usadas para combater a doença. Que felicidade! E quanto trabalho! E quanta responsabilidade! Estamos sendo aceitos, com muito trabalho e respeito de outros profissionais, afinal a Terapia Floral é uma prática de complementar a saúde. Um abraço fraternal. Rosangela Vecchi Bittar. (Especialista em Terapia Floral pela UFPE).

Estou encaminhando o video com a reportagem na integra onde falo e o Dr. Iran médico oncologista responsável pelo setor abona meu trabalho com os florais!



Clique no link abaixo para assistir ao vídeo.

http://pe360graus.globo.com/videos/cidades/saude/2010/02/02/VID,14884,4,62,VIDEOS,879-TRATAMENTO-GRATUITO-FLORAIS-AJUDA-PACIENTES-CANCER.aspx

Células tumorais expostas à Quinta Sinfonia de Beethoven perderam tamanho ou morreram.



29/03 às 09h02 Renato Grandelle

RIO - Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O "pam-pam-pam-pam" que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.

A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.

- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.

Clique aqui para ouvir a Quinta Sinfonia

Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.

O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a "Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.

- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.

"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?

Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.

Em abril, exposição a samba e funk
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.

- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.

Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.

A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.

- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.

domingo, 24 de abril de 2011

Humano amor de Deus




Tens o dom de ver estradas
Onde eu vejo o fim
Me convences quando falas
Não é bem assim
Se me esqueço, me recordas
Se não sei, me ensinas
E se perco a direção
Vens me encontrar

Tens o dom de ouvir segredos
Mesmo se me calo
E se falo me escutas
Queres compreender
Se pela força da distância
Tu te ausentas
Pelo poder que há na saudade
Voltarás

Quando a solidão doeu em mim
Quando meu passado não passou por mim
Quando eu não soube compreender a vida
Tu vieste compreender por mim

Quando os meus olhos não podiam ver
Tua mão segura me ajudou a andar
Quando eu não tinha mais amor no peito
Teu amor me ajudou a amar

Quando o meu sonho vi desmoronar
Me trouxeste outros pra recomeçar
Quando me esqueci que era alguém na vida
Teu amor veio me relembrar

Que Deus me ama, que não estou só
Que Deus cuida de mim
Quando fala pela tua voz
Que me diz: Coragem

Que Deus me ama, que não estou só
Que Deus cuida de mim
Quando fala pela tua voz

Que me diz: Coragem

Teu amor veio me relembrar
Que Deus me ama, que não estou só
Que Deus cuida de mim
Quando fala pela tua voz
Que me diz: Coragem

Que Deus me ama, que não estou só
Que Deus cuida de mim
Quando fala pela tua voz
Que me diz: Coragem


Composição : Fábio de Melo

Feliz Páscoa à Todos!!!
Danielle

O poder das sementes


O Homem semeia um pensamento e colhe uma ação.
Semeia um ato e colhe um habito.
Semeia um habito e colhe um caráter.
Semeia um carater e colhe um destino.

Swami Sivananda

Visão espírita da Páscoa



O Espiritismo não celebra a Páscoa, mas respeita as manifestações de religiosidade das diversas igrejas cristãs, e também não proíbe que seus adeptos manifestem sua religiosidade.

Páscoa, ou Passagem, simboliza a libertação do povo hebreu da escravidão sofrida durante séculos no Egito, mas no Cristianismo comemora a ressurreição do Cristo, que se deu na Páscoa judaica do ano 33 da nossa era, e celebra a continuidade da vida.

O Espiritismo, embora sendo uma Doutrina Cristã, entende de forma diferente alguns dos ensinamentos das Igrejas Cristãs. Na questão da ressurreição, para nós, espíritas, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos, com seu corpo espiritual, que chamamos de perispírito. Entendemos que não houve uma ressurreição corporal, física. Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. A sua doutrina de amor e perdão é muito maior que qualquer milagre, até mesmo a ressurreição.

Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu simbolismo. A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação. A Páscoa Cristã, representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor. Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se Executar homens, mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.

Como a Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, queremos deixar firmado o conceito que aprendemos no Espiritismo, que a vida só pode ser definida pelo amor, e o amor pela vida. Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo para que tivéssemos vida em abundância, isto é, plena de amor.





Amílcar Del Chiaro Filho

Este artigo foi publicado na íntegra

pela Revista Católica MISSÕES - da Ordem Consolata.

sábado, 23 de abril de 2011

Invista em sua Imunidade

Conheça um pouquinho sobre os florais de minas

OS FLORAIS DE MINAS E A BUSCA PELA UNIVERSALIDADE DAS LEIS DA NATUREZA



Nossa pesquisa, bem como o resultado dela - o nosso produto - busca expressar a universalidade de leis básicas da natureza. Conectar com estas leis é sintonizar com a metodologia na qual se apoiaram os grandes simplistas da Antigüidade e ainda apoiam nossos atuais cientistas abertos a uma visão que sintetiza unidades em totalidades organizadas. Esta maneira de investigação, além de proporcionar uma segura produção científica (no sentido amplo da palavra) acaba por garantir, de acordo com a maestria de quem a aplica, uma maior capacidade de perceber o que se esconde detrás dos conflitos cruciais do gênero humano.

Quando se liga à partícula original - o arche dos gregos (radical da palavra arquétipo) - encontra-se, por conseqüência, a explicação para tudo o que com " isto" se relaciona. Nesta situação, até mesmo o sofrimento natural e cotidiano se torna mais brando porque é compreendido e isto repercute favoravelmente no viver ordinário.

Nós, pesquisadores dos Florais de Minas, amparamos naquela lei que de maneira incontestável nos mostra a costura que permeia o que na natureza - em escalas variadas - se agrupa por estar relacionado. Esta é a mesma lei ditada por Hermes Trimegistro em: "O que está acima é como o que está abaixo".

É a Lei da Analogia que Blavastky aconselha como sendo o mais segura guia de entendimento dos mistérios profundos da natureza.

É o que Swedenborg, filósofo contemporâneo de Newton, chamando de Doutrina das Representações e das Correspondências expressou holográfica e poeticamente em: "As unidade de cada órgão são tantos pequenos órgãos, homogêneos com o seu composto. As unidades da língua são pequenas línguas; as do estômago, pequenos estômagos; ...Essa idéia fecunda fornece uma chave para todos os segredos. Não há fim para as aplicações a serem feitas desta lei."

Ainda é a Lei das Assinaturas proposta por Paracelso. São as correlações arquetípicas da psicologia junguiana.

A razão da clareza e possibilidades adquiridas com a aplicação desta metodologia é simples: a etimologia diz que pura sugere fértil. Então outra vez podemos afirmar: conectar com o que é primordial, arquetípico traz entendimentos profundos que por sua vez tendem a se manifestar nas produções científicas e/ou na vida cotidiana.

Interessa-nos transmitir com simplicidade, apesar de buscarmos a matéria de nossos estudos no requinte de conhecimentos já perdidos no tempo. Isto leva a outra conclusão: em realidade nada no mundo é criado, nada é inventado, basta acessarmos as correlações para se desvendar algo, seja o efeito terapêutico da essência de uma delicada flor ou o entendimento do distúrbio de um dado paciente e a indicação necessária para este.

Tal procedimento em pesquisa, onde se tenta casar os princípios da ciência e a sensibilidade da intuição, naturalmente outorga aos Florais de Minas respeitosa consideração do mundo acadêmico, donde se despontam mestrandos e doutorandos - principalmente das áreas humanas - relacionando o tema de suas teses com os efeitos terapêuticos e as relações com as variadas seções do conhecimento humano estabelecida sobre as essências.

Eis uma busca que leva às origens, onde de todas as observações pode-se aprender algo, é um processo incessante e inacabável...

Ednamara Batista Vasconcelos e Marques

Sistema de Florais Joel Aleixo:errata: não são florais de bach...

Assista.
Vale a pena!!!

"As plantas não curam ninguém, o que cura é a alma delas. " Paracelsus

Florais Alquimicos


Joel Aleixo é criador de uma linha de florais desenvolvida a partir de flores brasileiras e dos princípios milenares da Alquimia. Seu sofisticado sistema floral, lançado em 1992, é adotado por centenas de terapeutas no Brasil e no exterior e já ajudou milhares de pessoas a reencontrar bem-estar, equilíbrio e conforto diante de uma variedade de problemas físicos e emocionais.

Antes de começar seus estudos com Alquimia e cura, Joel Aleixo passou por uma intensa mudança. Paraibano nascido em Campina Grande, ele estava doente quando veio fazer exames em São Paulo em 1987. Algumas semanas depois de sua chegada, experimentou fenômenos que provocaram uma profunda transformação pessoal.

Essas mudanças o levaram a mudar-se de Recife, onde residia, para São Paulo e a dedicar-se a tratamentos integrativos de saúde realizados a partir da aura das pessoas. Ao observar os desequilíbrios energéticos em seus clientes, Joel passou a estudá-los fazendo uma relação com a aura das flores.

Autodidata, Joel descobriu que suas experiências com as flores correspondiam a práticas da Alquimia. Suas primeiras essências florais foram produzidas em 1991 usando esse conhecimento milenar pouco difundido como ciência de cura. O aprimoramento da sua pesquisa e do seu trabalho o levou à sistematização do processo de produção dos florais.

Seu carisma e natural vocação para falar em público, sempre com uma linguagem acessível e muitos exemplos da vida cotidiana, angariaram seguidores que o motivaram a fundar a primeira Escola de Alquimia do Brasil, especializada na formação de terapeutas florais.

Joel é autor de vários livros e textos sobre Alquimia e Florais. Ele ministra cursos e palestras sobre estes assuntos no Brasil e na Europa.