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Este blog não tem propósito de indicar tratamentos para substituir cuidados médicos e medicamentos.Em caso de doença procure um médico e faça o tratamento corretamente.As dicas aqui descritas servem como terapia complementar e preventiva.




sábado, 23 de abril de 2011

OS FLORAIS DE MINAS E A BUSCA PELA UNIVERSALIDADE DAS LEIS DA NATUREZA



Nossa pesquisa, bem como o resultado dela - o nosso produto - busca expressar a universalidade de leis básicas da natureza. Conectar com estas leis é sintonizar com a metodologia na qual se apoiaram os grandes simplistas da Antigüidade e ainda apoiam nossos atuais cientistas abertos a uma visão que sintetiza unidades em totalidades organizadas. Esta maneira de investigação, além de proporcionar uma segura produção científica (no sentido amplo da palavra) acaba por garantir, de acordo com a maestria de quem a aplica, uma maior capacidade de perceber o que se esconde detrás dos conflitos cruciais do gênero humano.

Quando se liga à partícula original - o arche dos gregos (radical da palavra arquétipo) - encontra-se, por conseqüência, a explicação para tudo o que com " isto" se relaciona. Nesta situação, até mesmo o sofrimento natural e cotidiano se torna mais brando porque é compreendido e isto repercute favoravelmente no viver ordinário.

Nós, pesquisadores dos Florais de Minas, amparamos naquela lei que de maneira incontestável nos mostra a costura que permeia o que na natureza - em escalas variadas - se agrupa por estar relacionado. Esta é a mesma lei ditada por Hermes Trimegistro em: "O que está acima é como o que está abaixo".

É a Lei da Analogia que Blavastky aconselha como sendo o mais segura guia de entendimento dos mistérios profundos da natureza.

É o que Swedenborg, filósofo contemporâneo de Newton, chamando de Doutrina das Representações e das Correspondências expressou holográfica e poeticamente em: "As unidade de cada órgão são tantos pequenos órgãos, homogêneos com o seu composto. As unidades da língua são pequenas línguas; as do estômago, pequenos estômagos; ...Essa idéia fecunda fornece uma chave para todos os segredos. Não há fim para as aplicações a serem feitas desta lei."

Ainda é a Lei das Assinaturas proposta por Paracelso. São as correlações arquetípicas da psicologia junguiana.

A razão da clareza e possibilidades adquiridas com a aplicação desta metodologia é simples: a etimologia diz que pura sugere fértil. Então outra vez podemos afirmar: conectar com o que é primordial, arquetípico traz entendimentos profundos que por sua vez tendem a se manifestar nas produções científicas e/ou na vida cotidiana.

Interessa-nos transmitir com simplicidade, apesar de buscarmos a matéria de nossos estudos no requinte de conhecimentos já perdidos no tempo. Isto leva a outra conclusão: em realidade nada no mundo é criado, nada é inventado, basta acessarmos as correlações para se desvendar algo, seja o efeito terapêutico da essência de uma delicada flor ou o entendimento do distúrbio de um dado paciente e a indicação necessária para este.

Tal procedimento em pesquisa, onde se tenta casar os princípios da ciência e a sensibilidade da intuição, naturalmente outorga aos Florais de Minas respeitosa consideração do mundo acadêmico, donde se despontam mestrandos e doutorandos - principalmente das áreas humanas - relacionando o tema de suas teses com os efeitos terapêuticos e as relações com as variadas seções do conhecimento humano estabelecida sobre as essências.

Eis uma busca que leva às origens, onde de todas as observações pode-se aprender algo, é um processo incessante e inacabável...

Ednamara Batista Vasconcelos e Marques

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