Importante!

Este blog não tem propósito de indicar tratamentos para substituir cuidados médicos e medicamentos.Em caso de doença procure um médico e faça o tratamento corretamente.As dicas aqui descritas servem como terapia complementar e preventiva.




quarta-feira, 31 de agosto de 2011

domingo, 28 de agosto de 2011


Hoje minha filha faz 7 anos.
Como ela está linda!!!
Tão inteligente, tão carinhosa!!!Tenho muito orgulho dela e agradeço todos os dias por ter a oportunidade de estar ao seu lado.

Alzheimer e florais




Por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada?

Um novo modelo de saúde está surgindo como resultado de uma busca humana que tem levado de volta ao conhecimento antigo, agora apoiado ou justificado pelos novos conceitos da física quântica e einsteineana.

Esse novo modelo considera o ser humano em todos os níveis, inclusive o mais esquecido no nosso mundo cientificista: o espiritual. Além disso, esse novo modelo exige que o paciente assuma responsabilidade pela sua cura, que compreenda que as pressões, estados emocionais e estresses do passado o conduziram à doença. Em conseqüência, mudanças no estilo de vida e das atitudes são exigidas como necessárias à cura.

O princípio básico dos Florais é a fixação da essência da vida, da energia vital das flores, num veículo – a água. Aparentemente simples, o processo da Terapia Floral lida com aspectos mais sutis da energética humana. A trajetória do Floral passa pelas seguintes fases:

•A assimilação é feita no sistema circulatório;
•A essência fica entre os sistemas circulatório e nervoso e se geram correntes eletromagnéticas entre eles;
•A essência se move para os meridianos e daí para os corpos sutis e para o nível celular, no corpo físico. De acordo com a sabedoria antiga, a força vital trabalha através do sangue e a consciência atua através do cérebro e dos nervos.
Tanto o sistema nervoso como circulatório tem propriedades semelhantes à do quartzo e no sistema nervoso situam correntes eletromagnéticas que são usadas pela alma para estimular o corpo. A sabedoria antiga também ensina que os portais de entrada da força vital no corpo são: o corpo etérico e o fluído etérico, os chakras e a pele.

É, portanto, por esses portais que a vitalidade das plantas passa e trabalha no sentido de harmonizar e equilibrar o ser humano. Os Florais focam mais intensamente os estados emocionais e mentais, mas é obvio que quando atuam nos padrões emocionais e mentais, há cura no físico e crescimento espiritual.

O Dr. Bach foi o descobridor dos florais. Outros seguiram sua trilha e estudos de plantas são desenvolvidos no mundo inteiro. Desconhecidas por muitos, ridicularizadas por alguns, as essências florais ganham, silenciosamente terreno.

Estão sendo mais e mais utilizadas no mundo com resultados surpreendentes. Representam aquilo que é a arma da mais silenciosa revolução que acontece: a revolução nos processos de cura e a instalação de um novo modelo de saúde onde a pessoa é considerada em sua totalidade.

Um modelo que permite que, de modo suave, a consciência se amplie e se faça enfim, a religação com o Espírito que nos criou e sustenta a todos e que seja possível à manifestação de saúde, bem –estar e harmonia.”

A integração: Virtudes - Saúde
“Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer. Devia ter arriscado mais, até errado mais, ter feito o que eu queria fazer. Queria ter aceitado as pessoas como elas são. Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração. Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr. Devia ter me importado menos, com problemas pequenos, ter morrido de amor. Queria ter aceitado a vida como ela é. A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier”. (Titãs)

A frase “envelhece-se como se vive”, nos coloca diante de uma realidade inquestionável: ninguém deixa de ser o que era ou passa a ser o que nunca foi. Aqui vários questionamentos me surgem: por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada? Por que é uma doença onde se destrói os neurônios? É para esquecer o quê? Para se redimir do quê? Qual será o motivo de seu alarmante crescimento?

Enquanto jovens, adultos jovens, somos capazes de mascarar a nossa fragmentação interna ainda que uma vez ou outra há quem perceba que estamos mais rígidos do que o normal, menos risonhos, mais isolados...

Mantemos as aparências seja pelo papel que desempenhamos, seja pela função que tenhamos na família, na sociedade, no trabalho, mas com o passar dos anos, não suportamos tamanha desestruturação e nos fixamos no estágio, no tempo, revivendo a memória de nossas fragmentações.

Não podemos ver o Alzheimer de forma linear (causa e efeito), porque a experiência no trato dia-a-dia com portadores de Alzheimer, nos revelam que a evolução da demência em cada paciente é singular, muitas vezes contradizendo até mesmo o que a literatura revela sobre o assunto. Mas podemos apontar algumas considerações observadas:

•Na evolução do Alzheimer, a falha se torna bastante acentuada;
•A mudança de humor, a dificuldade diante do novo, as crises de depressão são cada vez mais presentes;
•Urge a necessidade de rotina;
•O ambiente sadio, com pessoas que gostem do que fazem, que demonstrem amor e carinho para com o paciente, um clima acolhedor, que transmita segurança e aconchego, é de suma importância para que aja melhoria do quadro de Alzheimer;
•A agressividade de alguns fica à flor da pele;
•Quanto mais a família se faz presente com demonstrações de carinho e incentivo, maior probabilidade de pequenos ganhos de melhora ou retardo do quadro da evolução;
•A falta de estímulo aumenta a passividade.
•Alguns pacientes não se abatem fisicamente, não apresentam perda da polidez e nem da mansidão, e são capazes de se passarem por pessoas lúcidas e sadias.
Diante desse quadro, nos arriscamos supor que a provável causa do Mal de Alzheimer está alicerçada no orgulho, na instabilidade, na ambição, no ódio, no medo, na inveja e na passividade que a pessoa vivenciou no seu interior ao longo da trajetória de sua existência. Na conjuntura atual, o tratamento dado ao portador de Alzheimer, percebe os pacientes como verdadeiras cobaias humanas.

Como não se sabe a causa e não se supõe a cura, trata-se a conseqüência e não a pessoa. É comum ver as pessoas impregnadas com a medicação que por um lado ajudam a conter a irritabilidade, a agressividade, o delírio, mas impedem que a pessoa esteja alerta à realidade ao seu redor; ajudam a retardar a perda da lucidez, mas acelera a perda de peso, provoca diarréias ou prisão de ventre.

Não haverá possibilidade de cura, se não se levar em consideração o todo da pessoa, porque o físico sofre, mas o espírito também. Como afirmar que a demência impede a pessoa de sentir a presença de um filho que há muito tempo não via e reconhecê-lo, mesmo quando não sabe nem mesmo onde é o banheiro? Como explicar a sensibilidade que se percebe no dia das Mães, do Natal, mesmo quando a pessoa não fala ou não anda?

Se houvesse a possibilidade de experiências do uso dos Florais de Bach para ajudar a resgatar a força vital dentro dessas pessoas, o corpo não reagiria de forma diferente? Como gerar alívio do sofrimento apenas através de drogas se há uma cisão interna na pessoa? Como dizia Dr. Edward Bach: cura total vem essencialmente de dentro de nós, da própria alma que por meio da bondade do Criador, erradia harmonia do começo ao fim da personalidade, quando se permite que assim seja.

Não podemos afirmar a cura, mas a prevenção da demência, resgatando a virtude necessária bem antes que a doença se instaure, bem como evitar que haja uma evolução da fase leve para a grave. A partir da realidade observada, sugerimos algumas flores que auxiliem nesse estágio de prevenção, mas um questionamento permanece: como ajudar os pacientes dos casos mais severos de Alzheimer? O trabalho diário com estes pacientes nos aponta para um caminho eficaz: a espiritualidade. O que nos falta é o que a ciência pede: “provas concretas”.


Fonte: Maria Duques

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A viagem



Almas gêmeas, conforme o entendimento vulgar, não existem. O que existem são Espíritos com profundos laços de afinidade, que muitas vezes se encontram na vida enquanto encarnados. Podemos dizer, sim, que existem almas com grande afeição mútua. Somos individualidades, e, como tal, não há espíritos que se complementem uns aos outros, como se por si só não fossem inteiros, um!

A idéia de almas gêmeas vem do fato que muitos atribuem tal termo a espíritos afins, e que caminham juntos, mas sem a idéia de que tal caminhada não seria possível sem a presença do outro. Esta união baseia-se no amor, não necessariamente entre homem e mulher, mas entre seres que partilham deste sentimento das mais diversas formas possíveis.

A seguir, transcrevemos as questões de O Livro dos Espíritos, de Alan Kardec, que nos orientam de modo seguro para o entendimento do assunto:
291. Além da simpatia geral, oriunda da semelhança que entre eles exista, votam-se os Espíritos recíprocas afeições particulares?
"Do mesmo modo que os homens, sendo, porém, que mais forte é o laço que prende os Espíritos uns aos outros, quando carentes de corpo material, porque então esse laço não se acha exposto às vicissitudes das paixões".

297. Continua a existir sempre, no mundo dos Espíritos, a afeição mútua que dois seres se consagraram na Terra?
"Sem dúvida, desde que originada de verdadeira simpatia. Se, porém, nasceu principalmente de causas de ordem física, desaparece com a causa. As afeições entre os Espíritos são mais sólidas e duráveis do que na Terra, porque não se acham subordinadas aos caprichos dos interesses materiais e do amor-próprio".

298. As almas que devam unir-se estão, desde suas origens, predestinadas a essa união e cada um de nós tem, nalguma parte do Universo, sua metade, a que fatalmente um dia reunirá?
"Não; não há união particular e fatal, de duas almas. A união que há é a de todos os Espíritos, mas em graus diversos, segundo a categoria que ocupam, isto é, segundo a perfeição que tenham adquirido. Quanto mais perfeitos, tanto mais unidos. Da discórdia nascem todos os males dos humanos; da concórdia resulta a completa felicidade".

299. Em que sentido se deve entender a palavra metade, de que alguns Espíritos se servem para designar os Espíritos simpáticos?
"A expressão é inexata. Se um Espírito fosse a metade do outro, separados os dois, estariam ambos incompletos".

300. Se dois Espíritos perfeitamente simpáticos se reunirem, estarão unidos para todo o sempre, ou poderão separar-se e unir-se a outros Espíritos?
"Todos os Espíritos estão reciprocamente unidos. Falo dos que atingiram a perfeição. Nas esferas inferiores, desde que um Espírito se eleva, já não simpatiza, como dantes, com os que lhe ficaram abaixo".

301. Dois Espíritos simpáticos são complemento um do outro, ou a simpatia entre eles existente é resultado de identidade perfeita?
"A simpatia que atrai um Espírito para outro resulta da perfeita concordância de seus pendores e instintos. Se um tivesse que completar o outro, perderia a sua individualidade".

302. A identidade necessária à existência da simpatia perfeita apenas consiste na analogia dos pensamentos e sentimentos, ou também na uniformidade dos conhecimentos adquiridos?
"Na igualdade dos graus da elevação".

303. Podem tornar-se de futuro simpáticos, Espíritos que presentemente não o são?
"Todos o serão. Um Espírito, que hoje está numa esfera inferior, ascenderá, aperfeiçoando-se, à em que se acha tal outro Espírito. E ainda mais depressa se dará o encontro dos dois, se o mais elevado, por suportar mal as provas a que esteja submetido, permanecer estacionário".
a) - Podem deixar de ser simpáticos um ao outro dois Espíritos que já o sejam "Certamente, se um deles for preguiçoso".

Nota (de Kardec) - "A teoria das metades eternas encerra uma simples figura, representativa da união de dois Espíritos simpáticos. Trata-se de uma expressão usada até na linguagem vulgar e que se não deve tomar ao pé da letra. Não pertencem decerto a uma ordem elevada os Espíritos que a empregaram (no sentido de metades eternas - grifo nosso). Necessariamente, limitado sendo o campo de suas idéias, exprimiram seus pensamentos com os termos de que se teriam utilizado na vida corporal. Não se deve, pois, aceitar a idéia de que, criados um para o outro, dois Espíritos tenham, fatalmente, que se reunir um dia na eternidade, depois de haverem estado separados por tempo mais ou menos longo".

Simpatia e antipatia terrenas

386. Podem dos seres, que se conheceram e estimaram, encontrar-se noutra existência corporal e reconhecer-se?
"Reconhecer-se, não. Podem, porém, sentir-se atraídos um para o outro. E, freqüentemente, diversa não é a causa de íntimas ligações fundadas em sincera afeição. Um do outro dois seres se aproximam devido a circunstâncias aparentemente fortuitas, mas que na realidade resultam da atração de dois Espíritos, que se buscam reciprocamente por entre a multidão".
a) - Não lhes seria agradável reconhecerem-se?
"Nem sempre. A recordação das passadas existências teria inconvenientes maiores do que imaginais. Depois de mortos, reconhecer-se-ão e saberão que tempo passaram juntos".

http://www.irc-espiritismo.org.br/
Aproveite e leia: DNA, Mônadas e Almas Gêmeas...

domingo, 14 de agosto de 2011

Meus pais, meus instrutores



Essa música é a minha homenagem aos homens da minha vida.Homens fortes, homens frágeis, homens inseguros... homens que me ensinaram a ser quem sou.
Obrigada pelas dor e pelo amor.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A experiência do encontro



http://direcaoespiritual.blogspot.com/

O QUE É SER MÃE...



Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em começar uma família.
Nós estamos fazendo uma pesquisa, ela diz, meio de brincadeira. Você acha que eu deveria ter um bebê?'
Vai mudar a sua vida, eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
Eu sei, ela diz, nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .'
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar a luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar -E se tivesse sido o MEU filho? Que cada acidente de avião, cada incêndio irão lhe assombrar. Que quando ela ver fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicura impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.
Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio as bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.
Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma.
Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida – não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os
deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho
lágrimas nos olhos.
'Você jamais se arrependerá', digo finalmente.
Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados.


Este presente abençoado de Deus... Que é ser Mãe.

Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar essa pessoa de nossos sonhos e abraçá-la.

Clarice Lispector