Importante!

Este blog não tem propósito de indicar tratamentos para substituir cuidados médicos e medicamentos.Em caso de doença procure um médico e faça o tratamento corretamente.As dicas aqui descritas servem como terapia complementar e preventiva.




sábado, 17 de setembro de 2011

Veja este filme do Youtube sobre a terapia com Biofeedback

Técnica em que se aprende o controle voluntário de funções fisiológicas das quais as pessoas normalmente não tem consciência, com a finalidade de recuperar, manter ou melhorar sua saúde e/ou seus desempenhos. Profa. Luciana Campaner, psicóloga, especialista em biofeedback de Ribeirão Preto, SP.




MATÉRIA VEICULADA NO PROGRAMA GLOBO REPORTER
RELAXAMENTO E NEUROFEEDBACK

Se fosse só energia acumulada, uma hora ele teria que apa-gar. Mas nada leva Leonardo Pirolo Konishi, 7 anos, a nocaute. Nem um dia inteiro de brincadeiras faz o menino dormir à noite. Quando levou um susto grande, então, aí é que o sono sumiu.

Mas, no caso dele, um novíssimo tratamento, que espalha eletrodos pela cabeça , também pode ajudar. É o neurofeedback.

Funciona como um joguinho sem botões nem controles. É o cérebro dele que manda. Se ficar atento, calmo e relaxado, Leonardo ganha pontos e o desenho de um passarinho continua.

A técnica treina as ondas cerebrais. Estimulado pela exigência do joguinho, o cérebro vai se ajustando, e Leonardo vai marcando pontos toda vez que se mantém dentro das regras. O garoto mantém a atenção no jogo, mas ao mesmo tempo está calmo e relaxado.

Leonardo Pirolo Konishi em sessão de Neurofeedback no IPDA – Instituto Paulista de Déficit de Atenção
”Este estado de consciência é um dos objetivos de outras estratégias conhecidas como técnicas de meditação, ioga etc”, explica a psicoterapeuta comportamental Cacilda Amorim.

Como Leonardo é hiperativo, o problema dele é a intensidade fraca das ondas cerebrais na parte posterior do cérebro, responsável pelo controle dos movimentos.

“A área que deveria manter a pessoa numa condição física estável, capaz de se manter quieta, não funciona bem. E aí precisa ser estimulada”, diz Cacilda.

E quem é que não gosta de vencer fazendo a pontuação máxima?

“Se você der uma ordem ao Leonardo, dificilmente vai ser atendido. Se você propor um desafio, pode ficar tranqüilo que ele vai parar tudo o que estiver fazendo para cumpri-lo”, conta a mãe do menino.

Leia a matéria na integra no link: GLOBO REPORTER

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