Importante!

Este blog não tem propósito de indicar tratamentos para substituir cuidados médicos e medicamentos.Em caso de doença procure um médico e faça o tratamento corretamente.As dicas aqui descritas servem como terapia complementar e preventiva.




domingo, 23 de outubro de 2011


Definitivamente nossa primeira infancia nos marca de maneira sem igual.
A dança, a música, a arte sempre esteve muito presente em minha vida.Minha mãe, minha tia e minha avô eram muito musicais.Dia de domingo era literalmente uma festa!!Desde novinha comecei nas aulas de ballet e fui com elas até meus 16 anos.Minha mãe era professora de artes plásticas e eu respirava cores e formas de algum modo.
Quando cresci, virei mulher, tive filhos, me afastei de parte de mim ... dessa essência que me relaxava e me nutria também.Já com o corpo fora de forma matei o sonho da bailarina, dos palcos que na realidade sempre foram parte de mim.O tempo começou a passar mais rápido.Era tempo de escolhas.E eu tenho muita dificuldade em fazer escolhas.rsrsr...
Essa semana o desejo de expressão corporal veio com tudo.Uma certa nostalgia...um sentimento de velhice, de fim, de acabado ...
Assisti um video de uma senhora de 81 anos que aos 50 começava a fazer a formação em dança como terapia.Foi fascinante me imaginar resgatando essa parte de mim, lembrar que também sou, de certa maneira, bailarina e que ainda há tempo.Será que deixamos de ser uma determinada coisa só porque deixamos ela de lado um pouco?Será que todos os ensinamentos apreendidos foram jogados fora?Acredito que eles estão dentro de mim, em algum lugar.Meu corpo pode não acompanhar com tanta precisão e resistência os movimentos,posso não ter a mesma levesa pelo peso corporal que não condiz mais ao de uma bailarina,porém minha mente se movimenta,sente, saltita, dança grandes valsas...
Penso que ia ser muito interessante juntar o que sei e essa nova forma de terapia através da dança.Vou jogar essa idéia para o universo.Se tiver de ser, que venha...
Hoje minha visão de mundo também mudou.Não sou a de tempos atrás.
Minha pretenção não se limita a mim, nem ao meu corpo físico ...
Quero dar as mãos, aprender com o outro e ser feliz... quero proporcionar isso para outros também.
A dança agrega, não exclui e é isso que me encanta.
Danielle

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