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Este blog não tem propósito de indicar tratamentos para substituir cuidados médicos e medicamentos.Em caso de doença procure um médico e faça o tratamento corretamente.As dicas aqui descritas servem como terapia complementar e preventiva.




sábado, 1 de outubro de 2011

A mensagem das flores



Há séculos que pessoas espiritualistas envolvidas com a cura estudam as flores e suas possibilidades de cura. Sim, anteriormente ao estabelecimento da medicina, nos moldes que conhecemos hoje, essas pesquisas já eram feitas por pessoas espiritualistas mais conhecidas como alquimistas, xamãs, bruxos. Somente há quase um século é que foi sistematizado o uso do floral. A história da Medicina Chinesa, muito mais antiga que a história do Brasil, sempre utilizou as flores, frutos, castas, raízes. Na Ásia em geral, até se come flores nas saladas. Há outras tradições, como a história da Persa, onde hoje fica o Irã, com profundo conhecimento de ervas, plantas e flores, assim como como a cultura árabe antes do islamismo famático, sem falar do Egito dos Faraós, a mega do conhecimento esotérico anterior ao aparecimento de Jesus – e onde ele foi treinado em vários aspectos do uso da transmissão da energia de cura universal, ou seja, eletromagnetismo, o mesmo da Terra. Seres humanos e plantas respiram o mesmo ar, se alimentam da mesma energia eletromagnética, tem nascimento, crestimento, produtividade e morte. Não há superioridade de um sobre o outro, há domínio, assim como houve na escravidão dos negros.

A intuição levou o ser humano a ler o desenho ou “assinatura” de cada flor e fazer associações com partes do corpo, órgãos, vísceras, males, doenças, enfermidades do corpo e do espírito. A mediunidade auxiliou e mostrou o que cada flor traz uma mensagem, seja pelo tamanho, desenho geométrico, o perfume ou a ausência dele, as cores, as estações e os lugares em que nascem. Cada espécie vegetal tem uma função e uma missão. Olhar para uma árvore e se colocar no lugar dela como um ser vivo indefeso, sem pernas para correr e sem braços para se defender dos ataques humanos, é de chorar, especialmente porque sabenos que nenhuma planta vive por acaso no planeta. O acaso não existe nem nas nossas vidas diárias, quanto mais na existência de seres de dimensões diferenciadas como as plantas.

Há uma interligação entre as diferentes esferas energéticas universais, nas quais se insere o ser humano e tudo aquilo que se materializa e pode ser visto ao olho nú. Os chamados mundos paralelos são bem reais para muitas pessoas. Assim como existem pessoas mais evoluídas que outras, existem espécies vegetais e pessoas mais sensíveis podem mesmo falar com as plantas e entrar em suas dimensões de conhecimento, quase sempre relacionadas com a cura do ser humano, o maior inimigo. Alguns sistemas de floral foram materializados pela espiritualidade através da mediunidade de alguns canalizadores de florais. Outros foram criados por imitação dos já existentes, pela leitura das flores ou pela utilização do conhecimento da fitoterapia.

Quando a gente fala que há séculos existe esse conhecimento, alguns estudiosos da medicina alopática viram os olhos para cima, em um gesto de desprezo. Isso não é nada mais nem nada menos do que um gesto de ignorância, ou seja, ausência de conhecimento, retirado da própria medicina por interesses econômicos. As bibliotecas públicas brasileiras são pobres e desprivilegiadas, tanto do amparo governamental quanto do cuidado popular, mas existem bibliotecas em outros países onde há bastante material de estudo nesta área. Em outros países, há o conhecimento de que a biblioteca pública é sinônimo de desenvolvimento, emprego, educação e acesso aos desprivilegiados econômicos, a grande massa da população. Disponibilizar livros com conteúdos do conhecimento popular é uma necessidade vital e isso falta no Brasil inteiro. Há inúmeras escolas públicas sem bibliotecas nem para a consulta simples de alunos e professores, quanto mais para leitura especializada nas terapias complementares.

Outro descaso fica por conta das editoras. A maioria não se interessa por publicar livros educacionais e as “novas” terapias, como a Terapia Floral, sofre com essa ignorância. A maioria não manda exemplares gratuitos para as bibliotecas públicas ou nem sabem que elas existem. Não há livros disponíveis nas poucas bibliotecas e grande parte da população não tem como tirar dos limitados salários um montante para a aquisição de livros. Essa cultura da pouca leitura está formando seguidores e a internete já ocupa espaços na leitura do que nada ensina. Os livros existentes nessa área são caros. Por que será que o país que exporta madeira para a fabricação de papel vende livros tão caros? Alguns escritores brasileiros têm que pagar do próprio bolso para ter seus livros publicados…!


Como terapeuta, tenho visto bons colegas deixarem de trabalhar porque não conseguem custear livros para o continuo aprendizado nem dispõem de bibliotecas públicas para a pesquisa. Isso significa que muito talento está sendo desperdiçado no país inteiro e as futuras gerações vão pagar caro por esse descaso. Sim, as flores falam e curam. É um reino encantado e maravilhoso. O país é um dos mais ricos do mundo em variedades vegetais, colocado à disposição pelos senhores do universo mas seus filhos brasileiros não acordam para essa realidade. A Terapia Floral faz milagres reais, simples, baratos e profundos, que modificam vidas com gotinhas debaixo da língua.


Por José Joacir dos Santos

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